Manual Prático de Receitas Transferidas
Por João Pavão Neto · UICLAP · Publicado em 31/07/2026
- Páginas
- 526
- Formato
- 17 x 23,9 x 2,7 cm
- Impressão
- Preto e branco · offset
- Coleção
- Direito Tributário
Sobre a obra
O Federalismo Fiscal brasileiro e seu intrincado sistema de repartição de receitas ganham, na obra Manual de Receitas Transferidas, uma análise profunda e sistemática. Com uma doutrina eclética, o autor disseca as tensões e os mecanismos que garantem a autonomia financeira de Estados e Municípios, transitando com fluidez da técnica normativa à prática contábil e de auditoria.
O livro aborda temas cruciais e contemporâneos: a proteção das cotas-parte municipais (Temas 42 e 1130 do STF), a partilha de royalties do petróleo (regimes de concessão e partilha) e da CFEM, os impactos do Fundeb e do Salário-Educação, além da complexa gestão das Emendas "Pix" e transferências parlamentares.
Sumário completo da obra 345 entradas
- PARTE I – INTRODUÇÃO AO FEDERALISMO FISCAL BRASILEIRO22
- Capítulo 1: O Federalismo Fiscal Brasileiro e a Arquitetura da Repartição de Receitas: Da Constituição de 1988 à Reforma Tributária da EC 132/202322
- 1.1. Natureza Jurídica e Obrigatoriedade dos Repasses23
- 1.2. A Proteção das Cotas-Parte Municipais: O Tema 42 do STF24
- 1.3. A Distinção entre Renúncia Fiscal e Extinção de Crédito (ADI 3837 e Tema 653)24
- 1.4. Titularidade do IRRF e a Autonomia Financeira (Tema 1130)25
- 1.5. Receitas Originárias (Domínio Privado)26
- 1.6. Receitas Derivadas (Domínio Público)27
- 1.7. Receitas Transferidas: O Regime Híbrido28
- 1.8. A Transição do Federalismo de Origem para o de Destino29
- 1.9. O Comitê Gestor do IBS (CGIBS): Uma Nova Governança30
- 1.10. O Split Payment e a Liquidação Instantânea das Receitas30
- 1.11. O "Seguro-Receita" e a Transição Gradual (Art. 13 da EC 132)31
- 1.12. Novas Prerrogativas Municipais: IPTU e Iluminação Pública32
- PARTE II – RECEITAS TRANSFERIDAS NÃO TRIBUTÁRIAS33
- Capítulo 2: Exploração de Recursos Naturais33
- 2.1. Royalties do Petróleo e Gás: Regime de Concessão e Partilha (Lei 9.478/97 e Lei 12.734/12)33
- 2.1.1. Fundamentos Constitucionais e Doutrinários da Receita33
- 2.1.2. Modelos de Exploração e Produção: Concessão e Partilha35
- 2.1.3. Metodologia de Cálculo e Variáveis Econômicas37
- 2.1.4. A Estrutura de Distribuição e a Controvérsia da Lei 12.734/201238
- 2.1.5. Jurisprudência do STJ: Instalações e Origem do Hidrocarboneto40
- 2.1.6. Gestão Fiscal e Vinculações Legais41
- 2.1.7. Estudo de Caso: Maricá e o Fundo Soberano42
- 2.1.8. Conclusão: O Cenário para 202642
- 2.2.1. Conceito, Histórico e Fundamentação Constitucional44
- 2.2.2. Natureza Jurídica: O Entendimento Consolidado no MS 24.312/DF46
- 2.2.3. Composição e Metodologia de Cálculo da ANP47
- 2.2.4. Critérios de Distribuição: Vertical e Horizontal49
- 2.2.5. Vinculações e Aplicação dos Recursos: Limites Legais50
- 2.2.6. O Contencioso Judicial: A ADI 4917 e a Incidência sobre o FEP52
- 2.2.7. Aspectos Operacionais e Monitoramento pelo Gestor53
- 2.3. Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM): O repasse aos municípios afetados54
- 2.4.1. Fundamentos Constitucionais e o Domínio dos Recursos Hídricos69
- 2.4.2. O Artigo 20, § 1º da CF/88 e a Cláusula de Participação69
- 2.4.3. Natureza Jurídica: A Distinção entre Receita Patrimonial e Tributo70
- 2.4.4. Marco Legal e Evolução Normativa72
- 2.4.5. Sistemática de Cálculo: TAR e a Geração Hidráulica73
- 2.4.6. Estrutura de Repartição e Destinação dos Recursos74
- 2.4.7. Vedações Legais e a Aplicação do Recurso76
- 2.4.8. Royalties de Itaipu: A Exceção Binacional78
- 2.4.9. Jurisprudência e Temas Controvertidos78
- 2.4.10. Estudo de Caso: UHE Belo Monte e o Impacto no Xingu80
- 2.4.11. Papel do Auditor e Fiscalização dos Repasses81
- 2.4.12. Conclusão e a Perspectiva da Reforma Tributária81
- Capítulo 3: Compensações Financeiras da União por Perdas de Receita: Lei Kandir, FEX e ICMS83
- 3.1.1. O Contexto Histórico e a Origem do Conflito Federativo83
- 3.1.2. A ADO 25 e o Ativismo Dialógico do STF85
- 3.1.3. A Estrutura Operacional da Lei Complementar nº 176/2020 86 3.1.4. Regras de Repasse aos Municípios e Critérios de Rateio87
- 3.1.5. Condicionantes para o Recebimento: A Cláusula de Renúncia88
- 3.1.6. Tratamento Contábil e Gestão Fiscal: Impacto nos Limites Legais89
- 3.1.7. Jurisprudência dos Tribunais de Contas sobre o Duodécimo 90 3.1.8. Análise da Participação Estadual: O Anexo I91
- 3.1.9. Perspectivas Doutrinárias sobre o Federalismo Fiscal92
- 3.1.10. Conclusão e Aplicabilidade na Reforma Tributária93
- 3.2. Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX)93
- 3.2.1. Fundamentação Econômica e o Princípio do País de Destino94 3.2.2. Evolução Histórica e Legislativa: Do Auxílio Voluntário à LC 176/202095
- 3.2.3. Sistemática de Cálculo e a Cota-Parte Municipal96
- 3.2.4. Aspectos Orçamentários e Contábeis (MCASP 11ª Edição)97
- 3.2.5. Impactos na Gestão Fiscal e na LRF99
- 3.2.6. Estudo de Caso: O Impacto do Acordo da ADO 25 em um Município Agrícola99
- 3.2.7. Jurisprudência Consolidada e Comentários Doutrinários100
- 3.2.8. Perspectivas e a Reforma Tributária (EC 132/2023)101
- 3.3. Compensação das Perdas do ICMS (LC 201/2023)102
- Capítulo 4: TRANSFERÊNCIAS SETORIAIS E FUNDOS ESPECIAIS (FUNDO A FUNDO)115
- 4.1. Educação: O Eixo Central do Federalismo Fiscal Cooperativo115
- 4.1.1. Salário-Educação (QESE): A cota federal para o ensino básico115
- 4.1.2. FUNDEB: Composição, VAAF, VAAT, VAAR e o "Novo Fundeb" permanente119
- 4.2. Saúde (SUS): Financiamento por Blocos e Assistência Financeira Complementar125
- 4.2.1. O financiamento por Blocos (Custeio e Investimento)125
- 4.2.2. Assistência Financeira Complementar: O custeio do Piso Nacional da Enfermagem (Lei 14.434/2022) e seus impactos no Limite de Pessoal130
- 4.3. Assistência Social (SUAS): O Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS)134
- 4.3.1. Fundamentação Legal e a Natureza Jurídica do SUAS135
- 4.3.2. A Modalidade de Transferência Fundo a Fundo e o Fluxo Financeiro136
- 4.3.3. Blocos de Financiamento: Organização da Portaria MDS nº 1.043/2024138
- 4.3.4. Execução de Recursos e Regras de Pessoal (GND 1)140
- 4.3.5. Impacto na LRF e a Jurisprudência do Terceiro Setor141
- 4.3.6. Reprogramação de Saldos e Vigência Financeira141
- 4.3.7. Prestação de Contas e Fiscalização: O Sistema AgilizaSUAS 142 4.3.8. Jurisprudência do TCU e Controle Externo144
- 4.4. Cultura:146
- 4.4.1. Política Nacional Aldir Blanc (PNAB): A obrigatoriedade dos repasses quinquenais (Lei 14.399/2022)146
- 4.4.2. Lei Paulo Gustavo (LPG): Aspectos residuais150
- 4.5. Segurança Pública:153
- 4.5.1. Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP): Requisitos para o repasse direto (Guarda Municipal e Conselho)153
- Capítulo 5: Transferências Parlamentares159
- 5.1. Emendas Individuais e de Bancada (Impositivas)159
- 5.1.1. Fundamentos Doutrinários e a Natureza Jurídica do Orçamento160
- 5.1.2. Evolução Constitucional: Das Emendas Autorizativas ao Regime de 2% da RCL161
- 5.1.3. Emendas Individuais (RP 6): Limites, Regras e Vinculação à Saúde162
- 5.1.4. Emendas de Bancada Estadual (RP 7): O Foco no Desenvolvimento Regional164
- 5.1.5. O Conceito Técnico de Impedimento de Ordem Técnica166
- 5.1.6. Operacionalização nos Sistemas (SIOP, LEXOR e Sigcon)168
- 5.1.7. Jurisprudência do STF e TCU sobre Orçamento Impositivo. 169 5.1.8. Gestão Financeira das Receitas Recebidas: A Conta Específica171
- 5.1.9. Prazos e Contingenciamento: A Proporcionalidade Fiscal172
- 5.1.10. Resumo Prático para o Gestor de Receitas Transferidas172
- 5.2. As "Transferências Especiais" (Emendas Pix): Art. 166-A da CF/88, fiscalização e prestação de contas173
- 5.2.1. Fundamentação Constitucional e Distinção de Modalidades174
- 5.2.2. Restrições e Vinculações de Gasto: A Regra dos 70/30175
- 5.2.3. O Impacto da ADPF 854 e as Novas Regras de Rastreabilidade177
- 5.2.4. Fiscalização: A Dualidade TCU vs. Tribunais de Contas Estaduais/Municipais178
- 5.2.5. O "Legado" das Emendas Pix (2020-2024) e a Nota Técnica Conjunta 01/2025179
- 5.2.6. Prestação de Contas: O Relatório de Gestão no Transferegov.br180
- 5.2.7. Irregularidades Comuns e Auditorias Recentes da CGU181
- 5.2.8. Procedimentos Operacionais e Impedimentos Técnicos182
- 5.2.9. Comentários Doutrinários: A Transição para o Novo Modelo de Controle184
- 5.2.10. Considerações Finais sobre a Boa Governança das Emendas Pix184
- PARTE III – RECEITAS TRANSFERIDAS TRIBUTÁRIAS186
- Capítulo 6: FUNDOS DE PARTICIPAÇÃO186
- 6.1. Fundo de Participação dos Estados (FPE): Critérios de rateio186
- 6.1.1. Natureza Jurídica e Fundamento Constitucional do Federalismo Cooperativo186
- 6.1.2. O Modelo Histórico da LC 62/1989 e a Crise da Imutabilidade188
- 6.1.3. A Nova Sistemática da LC 143/2013: O Modelo Híbrido de Transição189
- 6.1.4. Metodologia de Cálculo da Parcela Excedente: População e Renda191
- 6.1.5. O Ciclo de Gestão e o Papel do TCU e IBGE193
- 6.1.6. Regras de Entrega, Retenções e o Artigo 160 da Constituição194
- 6.1.7. Jurisprudência do STF: ADI 5069 e a Transição Interminável196 6.1.8. Estudo de Caso: Simulação de Cálculo do FPE para 2025/2026197
- 6.1.9. Considerações Finais e Perspectivas frente à Reforma Tributária198
- 6.2. Fundo de Participação dos Municípios (FPM):199
- 6.2.1. FPM Capital, FPM Reserva e FPM Interior201
- 6.2.2. O Censo Demográfico e a Lei Complementar 198/2023 (Redutor de perdas)204
- 6.2.3. A retenção do PASEP sobre o FPM207
- 6.3. Fundos Constitucionais de Financiamento (FNO, FNE e FCO)211
- 6.3.1. Fundamentos Constitucionais e a Base de Cálculo211
- 6.3.2. A Lei nº 7.827/1989 e a Estrutura de Gestão213
- 6.3.3. Diretrizes Operacionais e Tratamento Preferencial213
- 6.3.4. Natureza Jurídica dos Recursos e o Conceito de "Fundo Financeiro"214
- 6.3.5. Jurisprudência do STF: O Impacto das Isenções e Incentivos Fiscais215
- 6.3.6. Estudo de Caso: O FNE e o Fomento à Sustentabilidade no Semiárido216
- 6.3.7. O FNO e o Financiamento da Bioeconomia Amazônica217
- 6.3.8. O FCO e a Modernização do Agronegócio e Infraestrutura. 217 6.3.9. Operacionalização Técnica: Taxas, Encargos e o Bônus de Adimplência218
- 6.3.10. Restrições à Importação e a Política de Neoindustrialização219
- 6.3.11. Fiscalização e Controle: O Papel do TCU e da Sociedade219
- 6.3.12. A Transição para a Reforma Tributária (EC 132/2023)220
- Capítulo 7: IMPOSTOS SOBRE A PROPRIEDADE E A RENDA222
- 7.1. ITR (Imposto Territorial Rural):222
- 7.1.1. O repasse constitucional de 50%224
- 7.1.2. A Opção pela Fiscalização (100%): O convênio com a RFB, a instrução normativa vigente e o papel do Auditor Municipal227
- 7.2. IPVA: O repasse automático de 50% (licenciamento no município)231
- 7.2.1. Natureza Jurídica e Fundamento Constitucional232
- 7.2.2. A Base de Cálculo do Repasse: O "Produto da Arrecadação"233
- 7.2.3. O Critério do Licenciamento e o Conflito com o Domicílio Tributário234
- 7.2.4. A Problemática das Locadoras e o Tema 1198235
- 7.2.5. Fluxo Bancário e Operacionalização do Repasse Automático236
- 7.2.6. O Impacto do FUNDEB na Receita Municipal de IPVA237
- 7.2.7. Estratégias de Fiscalização e Auditoria pelo Município238
- 7.2.8. A Reforma Tributária e o Futuro do IPVA (EC 132/2023)239
- 7.2.9. Sanções pelo Descumprimento do Repasse239
- 7.3. IRRF dos Servidores e Fornecedores (Tema 1130 STF): A apropriação direta como receita própria240
- 7.3.1. Fundamentos Constitucionais e a Evolução do Conceito de "Rendimentos Pagos a Qualquer Título"241
- 7.3.2. A Decisão do Tema 1130 STF: O Leading Case RE 1293453 242 7.3.3. Natureza Jurídica: Receita Própria vs. Transferência243
- 7.3.4. Operacionalização Prática: Instrução Normativa RFB nº 2.145/2023244
- 7.3.5. Exceções à Regra de Retenção: Simples Nacional e Imunidades246
- 7.3.6. Impacto na Receita Corrente Líquida (RCL) e Gestão Fiscal 247 7.3.7. Classificação Contábil e a Nota Técnica SEI nº 121/2022/ME248
- 7.3.8. Recuperação de Valores Retroativos (Tesouro Nacional)250
- 7.3.9. Riscos de Responsabilidade e Controle Interno250
- 7.3.10. Comentários Doutrinários: A Visão de Kiyoshi Harada e o Pacto Federativo251
- Capítulo 8: Impostos sobre a Produção e Circulação253
- 8.1. ICMS253
- 8.1.1. A Cota-Parte dos Municípios (25%)254
- 8.1.2. O Valor Adicionado Fiscal (VAF)258
- 8.1.3. Índice de Participação do Município - IPM264
- 8.1.4. O ICMS Educacional/Ecológico e a nova métrica de qualidade (EC 108)269
- 8.2. IPI - Exportação (LC 61/1989)275
- 8.2.1. Fundamentos Constitucionais e a Lógica da Compensação 276 8.2.2. A Lei Complementar 61/1989: Regras de Rateio e Coeficientes277
- 8.2.3. Governança e Fluxo Financeiro: O Papel do TCU e da STN . 279 8.2.4. A Cota-Parte dos Municípios (25%)281
- 8.2.5. Deduções e Retenções: FUNDEB e PASEP282
- 8.2.6. Jurisprudência Consolidada sobre o Repasse do IPI283
- 8.2.7. O IPI na Reforma Tributária (EC 132/2023)285
- 8.2.8. Esquematização Didática: O Percurso do Dinheiro287
- 8.2.9. Considerações Práticas para a Gestão Municipal288
- 8.2.10. Conclusão289
- 8.3. CIDE-Combustíveis: A vinculação à infraestrutura viária289
- 8.3.1. Fundamentos Constitucionais e Evolução Legislativa290
- 8.3.2. Natureza Jurídica: A Referibilidade e a Finalidade Interventiva292
- 8.3.3. Fato Gerador, Contribuintes e Alíquotas: A Visão do Fisco Federal293
- 8.3.4. A Sistemática de Cálculo e Repasse Trimestral294
- 8.3.5. Critérios Técnicos de Rateio: O Papel Fiscalizador do TCU295
- 8.3.6. A Vinculação à Infraestrutura: O Conceito Abrangente de "Transportes"296
- 8.3.7. A "Tredestinação" e o Risco de Rejeição de Contas298
- 8.3.8. Aspectos Práticos para o Auditor Municipal e o Controle Interno299
- 8.3.9. O Bloqueio e a Retenção de Recursos301
- 8.3.10. CIDE-Combustíveis e a Reforma Tributária (EC 132/2023) 301 8.3.11. Conclusão e Recomendações Estratégicas302
- 8.4. IOF - Ouro: A transferência sobre o ativo financeiro303
- 8.4.1. Fundamentos Constitucionais e o Regime de Exclusividade304 8.4.2. O Marco Legal: A Lei nº 7.766/1989306
- 8.4.3. Regra-Matriz de Incidência Tributária (RMIT) do IOF-Ouro. 307 8.4.4. O Fluxo de Transferência e o Papel do Tesouro Nacional309
- 8.4.5. A Natureza Híbrida do Ouro e o Impacto na Receita310
- 8.4.6. Jurisprudência Consolidada do STF: Autoridade e Segurança Jurídica312
- 8.4.7. Comentários Doutrinários: Extrafiscalidade e Poder de Império314
- 8.4.8. Gestão e Auditoria Municipal do IOF-Ouro: Prática e Fiscalização315
- 8.4.9. A Reforma Tributária (EC 132/2023) e o Futuro do IOF-Ouro316
- Capítulo 9: O Simples Nacional (LC 123/2006)319
- 9.1. Natureza Jurídica do repasse do Simples320
- 9.1.1. Fundamentos da Titularidade da Receita: Receita Própria vs. Transferida320
- 9.1.2. O Microssistema do Simples e a Doutrina de Hugo de Brito Machado Segundo322
- 9.1.3. O Fluxo Financeiro: Do PGDAS-D à Conta do Tesouro Municipal323
- 9.1.4. Estudo de Caso: Segregação de Receitas em Estabelecimentos de Hospedagem323
- 9.1.5. Jurisprudência Consolidada: O Tema 1130 do STF e a Repercussão no ISS324
- 9.1.6. Implicações na Gestão Fiscal e na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)325
- 9.1.7. Estudo de Caso: O Impacto da Exclusão Retroativa do Regime326
- 9.1.8. O Simples Nacional e a Reforma Tributária (EC 132/2023) . 327 9.2.1. A Fase Declaratória: O PGDAS-D como Instrumento de Confissão de Dívida330
- 9.2.2. A Apuração Técnica: Alíquota Efetiva e Repartição do ISS331
- 9.2.3. O Documento de Arrecadação (DAS) e a Arrecadação Centralizada332
- 9.2.4. A Operacionalização Bancária pelo Banco do Brasil (Agente Arrecadador)333
- 9.2.5. Prazos e o Caminho Crítico do Repasse (D+2)335
- 9.2.6. As Retenções Obrigatórias: FUNDEB, PASEP e Encargos Financeiros335
- 9.2.7. Gestão de Estornos, Restituições e Ajustes de Fluxo337
- 9.2.8. O Controle pelo Fisco Municipal: Monitoramento no Portal338 9.2.9. Fiscalização e Inteligência Fiscal: Recuperação de Receitas 339 9.2.10. Jurisprudência e Proteção da Receita Transferida340
- 9.2.11. O Futuro do Fluxo Financeiro na Reforma Tributária (EC 132/2023)341
- 9.3. A SEGREGAÇÃO DE RECEITAS E O IMPACTO NA ARRECADAÇÃO EFETIVA344
- 9.4. O CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO DO SIMPLES E O RATEIO352
- 9.4.1. Natureza Híbrida e o Princípio da Unicidade Procedimental353 9.4.2. Competência para o Lançamento e o Julgamento Administrativo354
- 9.4.3. O Sistema SEFISC e a Formalização do Crédito Tributário356
- 9.4.4. A Sistemática de Rateio das Receitas de Lançamento de Ofício357
- 9.4.5. Limitações Constitucionais aos Encargos de Mora: O Impacto da Taxa SELIC359
- 9.4.6. Honorários Advocatícios, Encargos Legais e Preferência de Crédito360
- 9.4.7. O Novo Contencioso Administrativo na Reforma Tributária (IBS/CBS)361
- 9.4.8. Casos Práticos e Simulações de Rateio362
- PARTE IV – A REFORMA TRIBUTÁRIA E AS NOVAS TRANSFERÊNCIAS 365 Capítulo 10: O NOVO MODELO DE ARRECADAÇÃO CENTRALIZADA365
- 10.1. Do "Federalismo de Origem" para o "Federalismo de Destino"365
- 10.1.1. O Conceito de Federalismo de Origem e suas Disfunções 366 10.1.2. O Conceito de Federalismo de Destino e a Neutralidade Fiscal367
- 10.1.3. Fundamentos Doutrinários da Transição368
- 10.1.4. Jurisprudência Consolidada: O Caminho para a Reforma . 369 10.2. O Mecanismo da Arrecadação Centralizada370
- 10.2.1. O Comitê Gestor como "Cérebro" do Sistema371
- 10.2.2. O Fluxo de Arrecadação: Do Split Payment ao Repasse Instantâneo371
- 10.3. Impactos Redistributivos: Ganhadores e Perdedores372
- 10.3.1. A Desconcentração de Receitas em favor dos Municípios Pobres372
- 10.3.2. Os Desafios para os "Polos Produtores"373
- 10.4. A Transição Federativa de 50 Anos374
- 10.4.1. A Fórmula da Partilha Gradual374
- 10.4.2. Impactos nas Receitas Transferidas Setoriais (Educação e Saúde)374
- 10.5. Aplicabilidade Prática: O Papel do Auditor e do Gestor Municipal . 375 10.6. Síntese Doutrinária e Crítica ao Modelo376
- 10.7. O Comitê Gestor do IBS (CG-IBS) como câmara de compensação377
- 10.7.1. Fundamentos e Natureza Jurídica: A Governança do Novo Federalismo377
- 10.7.2. A Mecânica da Câmara de Compensação: Do Fato Gerador ao Repasse379
- 10.7.3. O Split Payment: O Motor Tecnológico da Câmara de Compensação380
- 10.7.4. O Cálculo da Receita-Base e os Repasses Automáticos382
- 10.7.5. Jurisprudência Consolidada e a Titularidade das Receitas 383 15 10.7.6. O Desafio dos Créditos Acumulados de ICMS: A Gestão do Passivo384
- 10.7.7. Aplicabilidade Prática para o Gestor Municipal: O Novo Papel da Fiscalização385
- 10.7.8. Conclusão: O Equilíbrio entre Tecnologia e Direito386
- Capítulo 11: O IMPOSTO SOBRE BENS E SERVIÇOS (IBS)388
- 11.1. A fusão do ICMS e ISS: Como fica a titularidade?388
- 11.2. A distribuição da receita pelo Princípio do Destino398
- 11.2.1. Fundamentos Constitucionais e a Nova Geografia da Arrecadação399
- 11.2.2. Critérios Técnicos para Definição do Local da Operação401
- 11.2.3. A Governança do Comitê Gestor e a Distribuição Centralizada402
- 11.2.4. A Transição Federativa: O Longo Caminho até o Destino Pleno (2029-2077)403
- 11.2.5. A Receita Média de Referência e a Importância Crítica dos Anos 2025 e 2026405
- 11.2.6. O Seguro-Receita: O Fundo de Estabilidade do Art. 132 do ADCT406
- 11.2.7. Jurisprudência Consolidada e a Proteção das Cotas-Parte 407 11.2.8. Compras Públicas: O Destino Pleno e o Art. 149-C408
- 11.2.9. Desafios de Gestão: Do "Fiscal de Fábrica" ao "Analista de Consumo"409
- 11.3. O mecanismo de Split Payment e o repasse instantâneo411
- 11.3.1. Fundamentos e Natureza Jurídica do Split Payment411
- 11.3.2. O Funcionamento Técnico do Sistema e o Papel do Comitê Gestor (CG-IBS)413
- 11.3.3. Modalidades Operacionais: Padrão, Simplificado e Contingência414
- 11.3.4. Estudo de Caso: O Impacto no Setor de Educação415
- 11.3.5. Responsabilidade Tributária das Plataformas Digitais e OTAs416
- 11.3.6. Auditoria Inversa e Fiscalização no Setor de Motéis417
- 11.3.7. Sanções e Penalidades para o Setor Financeiro (LC 227/2026)417
- 11.3.8. O Repasse Instantâneo e o Equilíbrio Federativo418
- 11.3.9. Cronograma de Transição e Desafios de Fluxo de Caixa418
- 11.4. A retenção do IBS nas aquisições públicas420
- 11.4.1. Fundamentação Jurídica e o Princípio do Destino nas Compras Governamentais421
- 11.4.2. O Fato Gerador Diferido nas Aquisições Públicas422
- 11.4.3. Operacionalização Técnica: O Mecanismo de Split Payment422
- 11.4.4. O Grupo gCompraGov e a Identificação na NF-e423
- 11.4.5. Auditoria de Retenções e o Dever de Diligência424
- 11.4.6. Retenção de Optantes pelo Simples Nacional425
- 11.4.7. Responsabilidade do Ordenador de Despesa e os Vetos à LC 214/2025426
- 11.4.8. Jurisprudência Consolidada: A Analogia com o Tema 1130 do STF427
- 11.4.9. A Transição Prática: O Cronograma 2026-2033427
- 11.4.10. Imunidade e Isenção nas Compras Governamentais428
- 11.4.11. Checklist para o Gestor de Contratos Públicos (IBS)428
- Capítulo 12: O IMPOSTO SELETIVO ("IMPOSTO DO PECADO")430
- 12.1. Base de incidência (extração, petróleo, bens nocivos)430
- 12.1.1. Fundamentos Doutrinários: A Teoria das Externalidades e o Princípio Pigouviano431
- 12.1.2. Incidência sobre a Extração de Recursos Minerais e Petróleo432
- 12.1.3. A Polêmica das Exportações e o Veto Presidencial nº 7/2025433
- 12.1.4. Bens Nocivos à Saúde Humana434
- 12.1.5. Bens Nocivos ao Meio Ambiente e a "Tributação Verde" . 435 12.1.6. Operacionalização: Cálculo "Por Fora" e Interação com IBS/CBS436
- 12.1.7. Jurisprudência Consolidada e Limites do Poder de Tributar436
- 12.1.8. O Imposto Seletivo e o Federalismo de Repartição437
- 12.1.9. Resumo para a Prática Municipal438
- 12.2. A regra constitucional de partilha com Estados e Municípios439
- 12.2.1. O Fundamento Constitucional da Repartição do Imposto Seletivo439
- 12.2.2. A Composição e Distribuição via FPE e FPM (Art. 159, I)441
- 12.2.3. A Cota-Parte Municipal de 25% sobre os Repasses Estaduais442
- 12.2.4. O Imposto Seletivo sobre a Extração e a Regra Proporcional às Exportações443
- 12.2.5. A Proteção Jurisprudencial da Base de Cálculo da Partilha: O Tema 42 do STF444
- 12.2.6. A Inclusão do IS na Base de Cálculo de Outros Tributos445
- 12.2.7. Aspectos Práticos da Lei Complementar nº 214/2025 na Partilha446
- 12.2.8. A Transição Federativa e o Seguro-Receita (2026-2032)447
- 12.2.9. Comentários Doutrinários sobre o Desvio de Finalidade447
- 12.2.10. Síntese dos Prazos e Obrigações de Repasse448
- Capítulo 13: OS NOVOS FUNDOS DE DESENVOLVIMENTO E COMPENSAÇÃO449
- 13.1. Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR)449
- 13.1.1. Fundamentação Constitucional e a Transição para o Federalismo de Destino450
- 13.1.2. Objetivos Estratégicos e Critérios de Aplicação dos Recursos451
- 13.1.3. O Escalonamento dos Aportes da União (2029-2043)452
- 13.1.4. Critérios de Distribuição: O Equilíbrio entre População e Renda453
- 13.1.5. Governança e o Papel do Comitê Gestor do IBS (CG-IBS) . 454 13.1.6. Jurisprudência Consolidada e o Enfrentamento da Guerra Fiscal455
- 13.1.7. Aplicabilidade Prática para Municípios: Oportunidades e Desafios456
- 13.1.8. Impacto na Lei de Responsabilidade Fiscal e Contabilidade Pública458
- 13.1.9. Estudo de Caso: O FDR e a Reindustrialização do Norte/Nordeste458
- 13.1.10. Considerações Finais do Tópico459
- 13.2. Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais ou Financeiros-Fiscais (FCBF)460
- 13.2.1. Gênese e Contexto Histórico: Da Guerra Fiscal à Pacificação Federativa461
- 13.2.2. Fundamentos Constitucionais e a Proteção da Confiança Legítima462
- 13.2.3. O Conceito Jurídico-Tributário de Benefício Oneroso e Prazo Certo463
- 13.2.4. A Estrutura Financeira e o Cronograma de Aportes da União (2025-2032)464
- 13.2.5. Repercussão Econômica: Metodologias de Cálculo e Demonstração Técnica465
- 13.2.6. O Procedimento de Habilitação na Receita Federal (Portaria RFB 635/2025)467
- 13.2.7. Exclusões e Vedações: O que o FCBF não compensa468
- 13.2.8. Análise Crítica e Riscos Jurídicos: A "Interferência" Federal e o Contencioso469
- 13.2.9. Estudos de Caso Práticos e Aplicação Setorial469
- 13.2.10. Resumo Técnico e Orientações para Gestores Tributários470 13.3. Fundo de Sustentabilidade e Diversificação Econômica de Estados Exportadores (FSDE)471
- 13.3.1. Contexto Histórico e a Crise do Modelo Kandir472
- 13.3.2. Natureza Jurídica e Fundamentação Constitucional473
- 13.3.3. O Fundo de Sustentabilidade do Amazonas: Estudo de Caso da ZFM474
- 13.3.4. Mecanismos de Cálculo, Aporte e Correção475
- 13.3.5. Governança e o Papel do Comitê Gestor do IBS (CG-IBS) . 475 19 13.3.6. A Contribuição sobre Produtos Primários (Art. 20 da EC 132/23)476
- 13.3.7. Impactos para os Municípios Exportadores477
- 13.3.8. Jurisprudência e Diálogo Doutrinário478
- 13.3.9. O Papel do Auditor e o Saneamento de Dados478
- 13.3.10. Considerações Finais sobre a Sustentabilidade Federativa479
- Capítulo 14: A TRANSIÇÃO (2026-2032)480
- 14.2.1. Fundamentos e Natureza Jurídica do Seguro-Receita491
- 14.2.2. A Mecânica da Retenção Federativa (2026-2032)493
- 14.2.3. O Cálculo da Receita Média de Referência: O Papel do Siconfi495
- 14.2.4. Fórmulas e Critérios Técnicos do PLP 108/2024496
- 14.2.5. Jurisprudência e Comentários Doutrinários498
- 14.2.6. Aplicabilidade Prática: Estratégias para o Período 2026-2032499
- 14.2.7. Impactos no FUNDEB e Vinculações Constitucionais500
- 14.2.8. Perspectivas de Longo Prazo e Extinção do Mecanismo501
- 14.2.9. Síntese Didática e Conclusão501
- 14.3. O Simples Nacional na Reforma: A opção pelo recolhimento híbrido (IBS/CBS por fora) e o impacto nos repasses502
- Capítulo 15: O Seguro Obrigatório SPVAT e a Arquitetura do Financiamento da Saúde Municipal514
- 15.1. O retorno da cobrança e a destinação aos Municípios (SUS)514
- 15.1.1. Fundamentos Constitucionais e a Natureza Jurídica da Exação515
- 15.1.2. O Agente Operador e a Centralização na Caixa Econômica Federal516
- 15.1.3. A Destinação Técnica ao SUS: Percentuais e Critérios de Repasse517
- 15.1.4. O Princípio da Subsidiariedade e a Condicionalidade do Reembolso518
- 15.1.5. Jurisprudência Consolidada e o Contencioso do Seguro Obrigatório519
- 15.1.6. Operacionalização Contábil: Do PGDAS-D ao Fundo Municipal de Saúde520
- 15.1.7. A Volatilidade Legislativa: A Revogação pela LC 211/2024 521 15.1.8. Comentários Doutrinários: Federalismo, Solidariedade e Risco523
- 15.1.9. Aspectos Processuais e o Direito Intertemporal523
- 15.1.10. Conclusão e Recomendações Práticas para Gestores Municipais524
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