Manual Completo de Direito Tributário
Tomo I — Teoria Geral do Direito Tributário
Por João Pavão Neto · UICLAP · Publicado em 13/08/2026
- Páginas
- 804
- Formato
- 17 x 23,9 x 4,1 cm
- Impressão
- Preto e branco · offset
- Coleção
- Direito Tributário
Sobre a obra
A coleção Manual de Direito Tributário, publicada em cinco tomos por João Pavão Neto, é a obra definitiva para o domínio do sistema fiscal brasileiro em meio à transição da Reforma Tributária (EC 132/2023). Aliando o rigor dogmático da regra-matriz de incidência à aplicação prática e jurisprudencial, a coleção oferece um panorama completo e atualizado para advogados, auditores, procuradores, magistrados e gestores.
O Tomo I constrói as fundações do sistema, dissecando a teoria geral, as limitações ao poder de tributar, a obrigação e o crédito tributário. O Tomo II examina detalhadamente os tributos em espécie, um a um, nas esferas federal, estadual e municipal. Os Tomos III, IV e V são integralmente dedicados à Reforma Tributária.
Sumário completo da obra 829 entradas
- Capítulo 1: Tributo: conceitos e disposições gerais36
- 1.1. Evolução histórica do tributo e a sua função no Estado de Direito36
- 1.1.1. A tributação na Antiguidade: Do Egito ao Império Romano36
- 1.1.2. O Período Medieval e a Ruptura da Magna Carta de 121537
- 1.1.3. O Iluminismo e a Revolução Americana: A Consolidação da Liberdade Fiscal38
- 1.1.4. História da Tributação no Brasil: Da Colônia à Constituição de 198838
- 1.1.5. A Função do Tributo no Estado Democrático de Direito39
- 1.1.6. O Dever Fundamental de Pagar Tributos e a Solidariedade Social40 1.1.7. A Teoria do Custo dos Direitos (Holmes e Sunstein)41
- 1.1.8. Jurisprudência Consolidada sobre a Função e Limites do Tributo41 1.2. O conceito legal de tributo (Análise analítica do Art. 3º do CTN)42
- 1.2.1. Prestação pecuniária, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir43
- 1.2.2. Prestação compulsória: O poder de império e a vontade do contribuinte45
- 1.2.3. Prestação que não constitua sanção de ato ilícito46
- 1.2.4. Instituída em lei: O princípio da reserva legal tributária47
- 1.2.5. Cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada48
- 1.2.6. Inovações da Reforma Tributária (EC 132/2023) e o Conceito de Tributo49
- 1.2.7. Síntese Comparativa das Espécies Tributárias (Teoria Pentapartida)49
- 1.3. O princípio pecunia non olet e a tributação de atos ilícitos50
- 1.3.1. Fundamentos Históricos e a Gênese do Pragmatismo Fiscal50
- 1.3.2. A Estrutura Normativa no Código Tributário Nacional51
- 1.3.3. A Harmonização com o Artigo 3º do CTN: Tributo não é Sanção 52 1.3.4. O Fundamento Ético-Constitucional: Isonomia e Justiça Fiscal52
- 1.3.5. Jurisprudência Consolidada e Casos Paradigmáticos53
- 1.3.6. Aplicações Práticas e Estudo de Caso Detalhado54
- 1.3.7. O Debate sobre a Dedutibilidade de Despesas Ilícitas55
- 1.3.8. Diferenciações Importantes: Descaminho vs. Contrabando55
- 1.3.9. Quadro Resumo Didático para Revisão56
- 1.4. Natureza jurídica específica e as teorias classificatórias (Tripartite, Quadripartite e Pentapartida adotada pelo STF)56
- 1.4.1. O critério definidor da natureza jurídica: análise do Artigo 4º do CTN56
- 1.4.2. As Teorias Classificatórias: Evolução Doutrinária e Jurisprudencial58 1.4.3. Análise detalhada das cinco espécies tributárias (Pentapartida) 60 1.4.4. Jurisprudência Consolidada e Estudos de Caso sobre Natureza Jurídica63
- 1.4.5. Considerações Finais e Tabela de Diagnóstico Rápido64
- Capítulo 2: Regra-Matriz de Incidência Tributária65
- 2.1. O Modelo Teórico (Paulo de Barros Carvalho, Geraldo Ataliba e Sacha Calmon)65 2.1.1. O Critério Material: A Essência do Fato Tributável68
- 2.1.2. O Critério Espacial: Território e Competência69
- 2.1.3. O Critério Temporal: A Dimensão Cronológica da Incidência70
- 2.1.4. O Critério Pessoal: Sujeitos da Obrigação71
- 2.1.5. O Critério Quantitativo: Base de Cálculo e Alíquota72
- 2.1.6. Aplicação Prática da RMIT: Conflito ICMS vs. ISS em Bobinas de Aço72
- 2.2. O Antecedente da Norma (A Hipótese de Incidência): Critérios Material, Espacial e Temporal74
- 2.2.1. Critério Material: O Núcleo Essencial da Hipótese74
- 2.2.2. Critério Espacial: A Conexão Territorial da Norma75
- 2.2.3. Critério Temporal: O Instante da Realização Jurídica77
- 2.2.4. A Interação entre os Critérios e a Segurança Jurídica no Lançamento79
- 2.2.5. Divergências Doutrinárias: O Aspecto Pessoal no Antecedente? 79 2.2.6. Reflexos da Reforma Tributária (EC 132/2023) nos Critérios do Antecedente80
- 2.3. O Consequente Normativo (O Fato Gerador Consolidado): Critérios Pessoal (Sujeito Ativo e Passivo) e Quantitativo (Base de Cálculo e Alíquota)81
- 2.3.1. O Critério Pessoal (Aspecto Relacional)81
- 2.3.2. O Critério Quantitativo (Aspecto Dimensional)85
- 2.3.3. O Fato Gerador Consolidado no Tempo: Retroatividade e Imutabilidade87
- 2.3.4. Resumo Estruturado do Consequente Normativo87
- 2.3.5. Considerações Finais sobre a Eficácia do Consequente88
- Capítulo 3: Competência Tributária89
- 3.1. Conceito, características e distinção da capacidade tributária ativa89
- 3.1.1. O Conceito Técnico e Doutrinário de Competência Tributária89
- 3.1.2. Características da Competência Tributária90
- 3.1.3. Capacidade Tributária Ativa: Definição e Funcionalidade92
- 3.1.4. Distinção Crucial: Competência vs. Capacidade Ativa93
- 3.1.5. Jurisprudência Consolidada e Temas Relevantes94
- 3.1.6. Considerações sobre a Reforma Tributária (EC 132/2023)94
- 3.1.7. Síntese Didática e Conclusiva95
- 3.2. Classificação da Competência Tributária: Privativa, Comum, Cumulativa, Residual, Compartilhada e Extraordinária95
- 3.2.1. Competência Privativa (ou Exclusiva)96
- 3.2.2. Competência Comum97
- 3.2.3. Competência Cumulativa (ou Múltipla)98
- 3.2.4. Competência Residual99
- 3.2.5. Competência Compartilhada (Reforma Tributária - EC 132/2023)100 3.2.6. Competência Extraordinária (Imposto de Guerra)102
- 3.2.7. Outras Modalidades e Nuances: Competência Especial e Parafiscalidade103
- 3.3. O exercício da competência e o conflito federativo (bitributação e bis in idem)105 3.3.1. Diferenciação Conceitual: Bitributação vs. Bis in Idem105
- 3.3.2. O Papel da Lei Complementar na Solução de Conflitos107
- 3.3.3. Bitributação e o Conflito Federativo no STF107
- 3.3.4. Exceções Constitucionais à Vedação de Bitributação108
- 3.3.5. O Bis in Idem na Prática Jurisprudencial: O Poder Impositivo da União109
- 3.3.6. Conflitos Heterogêneos: A Disputa entre ICMS e ISS109
- 3.3.7. O Impacto da Reforma Tributária (EC 132/2023) nos Conflitos Federativos109
- 3.3.8. Mecanismos de Defesa do Contribuinte contra a Bitributação.110 3.3.9. Conclusão e Perspectivas para o Federalismo Fiscal111
- 3.4. Repartição Constitucional das Receitas Tributárias111
- 3.4.1. Fundamentos e Lógica do Federalismo Fiscal Brasileiro112
- 3.4.2. Repartição Direta das Receitas da União112
- 3.4.3. Repartição Indireta: Os Fundos de Participação114
- 3.4.4. Repartição das Receitas dos Estados para os Municípios115
- 3.4.5. Repartição de Contribuições Especiais: O Caso da CIDE-Combustíveis116
- 3.4.6. A Nova Arquitetura na Reforma Tributária (EC 132/2023)116
- 3.4.7. Garantias, Proibições e o Papel do TCU (Art. 160 e 161, CF)117
- Capítulo 4: Legislação Tributária119
- 4.1. Fontes do Direito Tributário: Constituição, Leis Complementares e Ordinárias, Tratados Internacionais e Decretos119
- 4.1.1. A Constituição Federal: A Fonte Matriz e Suprema120
- 4.1.2. Leis Complementares (Artigo 146 da CF)121
- 4.1.3. Leis Ordinárias122
- 4.1.4. Tratados e Convenções Internacionais123
- 4.1.5. Decretos123
- 4.1.6. Normas Complementares (Artigo 100 do CTN)124
- 4.1.7. Inovações Recentes nas Fontes: Reforma Tributária e Código de Defesa125
- 4.1.8. Aplicação Prática e Estrita Legalidade: O Paralelismo das Formas126 4.2. Normas Complementares (Atos normativos, decisões, práticas reiteradas e convênios)126
- 4.2.1. Atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas 127 4.2.2. Decisões dos órgãos coletivos ou singulares de jurisdição administrativa128
- 4.2.3. Práticas reiteradamente observadas pelas autoridades administrativas129
- 4.2.4. Convênios celebrados entre os entes federados130
- 4.2.5. Efeitos da observância das Normas Complementares (Art. 100, Parágrafo Único)131
- 4.2.6. Vigência da Legislação Complementar (Art. 103, CTN)131
- 4.2.7. O Futuro das Normas Complementares: Reforma Tributária e o Código de Defesa do Contribuinte132
- 4.3. Vigência temporal e espacial da legislação tributária133
- 4.3.1. Teoria Geral da Vigência da Legislação Tributária133
- 4.3.2. Vigência no Espaço: Extraterritorialidade (Art. 102 do CTN)134
- 4.3.3. Vigência no Tempo: Regras Especiais do CTN (Art. 103)135
- 4.3.4. O Artigo 104 do CTN: Vigência Especial e Anterioridade de Exercício137
- 4.3.5. Limitações Constitucionais à Vigência e Eficácia138
- 4.3.6. Impactos da Reforma Tributária (EC 132/2023) e da LC 214/2025139 4.3.7. Jurisprudência Consolidada e Tendências Contemporâneas140
- 4.3.8. Recursos Didáticos e Esquematizações141
- 4.3.9. Conclusão Doutrinária sobre a Vigência141
- 4.4. Aplicação da legislação tributária (A regra e as exceções de retroatividade).142 4.4.1. A Regra Geral: O Princípio da Irretroatividade e a aplicação imediata (Art. 105 do CTN)142
- 4.4.2. O Fato Gerador Complexivo e o fim da Súmula 584 do STF144
- 4.4.3. As Exceções à Irretroatividade: O Artigo 106 do CTN145
- 4.4.4. Aplicação da Lei e o Procedimento de Lançamento (Art. 144 do CTN)147
- 4.4.5. A Irretroatividade de Critérios Jurídicos (Art. 146 do CTN)148
- 4.4.6. Relações Jurídicas de Trato Sucessivo e a Coisa Julgada (Tema 881/STF)148
- 4.4.7. Síntese Técnica e Orientação Didática149
- 4.5. Interpretação (literal, teleológica, econômica, sistemática, histórica) e o in dubio pro contribuinte (Art. 112 do CTN)150
- 4.5.1. Interpretação Literal (ou Gramatical)150
- 4.5.2. Interpretação Teleológica (ou Lógica)151
- 4.5.3. Interpretação Sistemática152
- 4.5.4. Interpretação Histórica153
- 4.5.5. Interpretação Econômica e o Artigo 118 do CTN153
- 4.5.6. O Artigo 112 do CTN e o Princípio in dubio pro contribuinte154
- 4.5.7. Esquematização Final: Interpretação e Integração (Arts. 108 a 112 do CTN)156
- 4.6. Integração da legislação tributária157
- 4.6.1. Natureza Jurídica e Distinção entre Interpretação e Integração158 4.6.2. A Ordem Hierárquica do Artigo 108 do CTN159
- 4.6.3. Analogia (Artigo 108, I)159
- 4.6.4. Princípios Gerais de Direito Tributário (Artigo 108, II)161
- 4.6.5. Princípios Gerais de Direito Público (Artigo 108, III)162
- 4.6.6. Equidade (Artigo 108, IV)163
- 4.6.7. O Impacto da Reforma Tributária (EC 132/2023) na Integração164 4.6.8. A Relação com o Direito Privado (Artigo 109 do CTN)164
- 4.6.9. Interpretação Benéfica e o Artigo 112 do CTN165
- 4.6.10. Comentários Doutrinários e Jurisprudenciais Consolidados166
- 4.6.11. Síntese Didática para Concursos e Prática Profissional167
- Capítulo 5: Princípios Tributários Clássicos168
- 5.1. Princípio da Legalidade (Reserva Legal e Tipicidade Cerrada)168
- 5.1.1. Fundamentação Histórica e a Evolução da Soberania Popular .168 5.1.2. Análise Técnica do Artigo 150, I, da Constituição Federal169
- 5.1.3. Diferenciação entre Legalidade Ampla e Legalidade Estrita170
- 5.1.4. O Conceito de Tipicidade Cerrada171
- 5.1.5. Reserva Legal e a Atividade Administrativa Vinculada172
- 5.1.6. Mitigações e Exceções ao Princípio da Legalidade172
- 5.1.7. Medidas Provisórias e a Matéria Tributária173
- 5.1.8. O Princípio da Legalidade e a Reforma Tributária (EC 132/2023)174 5.1.9. Jurisprudência Consolidada e Aplicações Práticas175
- 5.1.10. Estudo de Caso: Atualização da Planta Genérica de Valores (PGV)176
- 5.1.11. Aspectos Conclusivos: A Legalidade como Garantia de Liberdade176
- 5.2. Princípio da Anterioridade Anual (de Exercício)177
- 5.2.1. Fundamentação Teórica e a Doutrina da Não Surpresa177
- 5.2.2. Evolução Histórica: Do Princípio da Anualidade à Anterioridade Cronológica178
- 5.2.3. O Significado de "Exercício Financeiro" e o Marco da Publicação Oficial179
- 5.2.4. Âmbito de Incidência: Instituição, Majoração e os Verbos Constitucionais180
- 5.2.5. Interstício Temporal e a Cumulatividade: Anterioridade Anual vs. Nonagesimal182
- 5.2.6. Exceções Constitucionais à Anterioridade Anual182
- 5.2.7. Anterioridade e Medidas Provisórias (O Rigor do Artigo 62, § 2º)184 5.2.8. Hipóteses de Não Incidência do Princípio185
- 5.2.9. A Anterioridade na Reforma Tributária (EC 132/2023)185
- 5.2.10. Análise de Casos Práticos e Estudos de Situações Controversas187 5.2.11. Comentários Doutrinários sobre a Eficácia e Vigência188
- 5.2.12. Síntese Conclusiva e Aplicação para o Advogado e o Magistrado188 5.3. Princípio da Anterioridade Nonagesimal (Noventena)189
- 5.3.1. Gênese Histórica, Justificativa Política e a EC nº 42/2003189
- 5.3.2. Fundamentação Doutrinária e Constitucional: A Calculabilidade de Humberto Ávila190
- 5.3.3. A Regra da Cumulatividade: Como Calcular o Prazo Real190
- 5.3.4. Análise Detalhada das Exceções à Noventena191
- 5.3.5. Anterioridade Nonagesimal e Medidas Provisórias (MPs)193
- 5.3.6. A Revolução do Tema 1383 (RE 1.473.645): Majoração Indireta e Revogação de Benefícios193
- 5.3.7. Súmula Vinculante nº 50 e Prazos de Recolhimento194
- 5.3.8. Anterioridade Nonagesimal e o PIS/COFINS (Tema 1337)194
- 5.3.9. A Noventena na Reforma Tributária (EC nº 132/2023)194
- 5.3.10. Diferenciação Prática: Noventena vs. Irretroatividade195
- 5.3.11. Síntese de Aplicabilidade e Segurança do Contribuinte195
- 5.4. Princípio da Irretroatividade Tributária196
- 5.4.1. Fundamentação Constitucional e o Conceito de Segurança Jurídica196
- 5.4.2. A Irretroatividade como Direito Fundamental e Cláusula Pétrea197 5.4.3. O Marco Temporal: Vigência vs. Publicação197
- 5.4.4. Tipologia dos Fatos Geradores e a Irretroatividade198
- 5.4.5. A Polêmica do Fato Gerador Pendente: Análise do Art. 105 do CTN199
- 5.4.6. O Imposto de Renda e a Morte da Súmula 584 do STF199
- 5.4.7. O Princípio do Tempus Regit Actum e o Artigo 144 do CTN200
- 5.4.8. Exceções Legais à Irretroatividade: O Artigo 106 do CTN200
- 5.4.9. Irretroatividade e a Revogação de Benefícios Fiscais (Tema 1383 STF)202
- 5.4.10. A Reforma Tributária (EC 132/2023) e o Novo Cenário de Irretroatividade202
- 5.4.11. O Código de Defesa do Contribuinte (LC 225/2026) e a Segurança Jurídica202
- 5.4.12. Quadro Sinótico: Irretroatividade em Situações Especiais203
- 5.5. Princípio da Isonomia (Igualdade Tributária)204
- 5.5.1. A Gênese e o Escopo do Princípio: Da Igualdade Formal à Material204
- 5.5.2. As Dimensões da Isonomia: Horizontal e Vertical205
- 5.5.3. O Teste de Constitucionalidade das Diferenciações (Critério de Discriminação)206
- 5.5.4. Proibição de Distinções em Razão da Ocupação ou Função207
- 5.5.5. A Isonomia e a Capacidade Contributiva: O Ideal de Justiça Fiscal208 5.5.6. Isonomia e o Princípio do Pecunia Non Olet209
- 5.5.7. Extrafiscalidade e Seletividade como Diferenciações Legítimas209 5.5.8. Proibição de Discriminação Baseada em Procedência ou Destino (Art. 152)210
- 5.5.9. O Papel do Judiciário e a Súmula Vinculante 37: O Limite da Isonomia210
- 5.5.10. Isonomia e a Reforma Tributária do Consumo (EC 132/2023) 211 5.5.11. Isonomia e a Tributação de Benefícios Previdenciários: O Caso do Salário-Maternidade212
- 5.5.12. Isonomia e Praticabilidade: O Limite da Conveniência Administrativa212
- 5.6. Princípio da Capacidade Contributiva213
- 5.6.1. Evolução Histórica e Fundamentos Filosóficos214
- 5.6.2. Análise do Artigo 145, § 1º da Constituição Federal214
- 5.6.3. Dimensões da Capacidade Contributiva: Absoluta vs. Relativa.215 5.6.4. Equidade Horizontal e Equidade Vertical e as Teorias do Sacrifício216 5.6.5. Mecanismos de Implementação: Proporcionalidade, Progressividade e Seletividade217
- 5.6.6. Aplicabilidade em Impostos Reais: A Mudança de Paradigma no STF218
- 5.6.7. Capacidade Contributiva em Taxas e o Estudo do RE 1.018.911218 5.6.8. O Mínimo Existencial (Vital) como Limite Insuperável219
- 5.6.9. A Reforma Tributária (EC 132/2023) e o Novo Cenário da Justiça Fiscal220
- 5.6.10. Implicações Práticas: Prova, Fiscalização e Pecunia Non Olet .221 5.6.11. Síntese Conclusiva e Aplicabilidade Prática222
- 5.7. Princípio da Vedação ao Confisco222
- 5.7.1. Conceito e fundamento222
- 5.7.2. Alcance do princípio224
- 5.7.3. Vedação ao confisco e tributos extrafiscais225
- 5.7.4. Vedação ao confisco e multas tributárias226
- 5.7.5. Aferição do efeito confiscatório: a questão da carga tributária global228
- 5.8. Princípio da Liberdade de Tráfego229
- 5.8.1. Evolução Histórica e Fundamentos do Mercado Único Nacional230 5.8.2. Conteúdo, Alcance e a Natureza da Vedação230
- 5.8.3. A Ressalva do Pedágio: A Grande Polêmica da Natureza Jurídica231 5.8.4. O Pedágio Urbano e a Questão da Via Alternativa (Tema 513) .232 5.8.5. Inovação Tecnológica: O Sistema Free Flow e a Proporcionalidade233 5.8.6. Taxas de Preservação Ambiental (TPA): Extrafiscalidade vs. Tráfego233
- 5.8.7. Vedação às Sanções Políticas e a Súmula 323 do STF234
- 5.8.8. O Princípio frente ao E-commerce e o Protocolo ICMS 21/2011235 5.8.9. Sumário Esquemático e Aplicabilidade Prática236
- 5.8.10. Conclusão do Tópico236
- Capítulo 6: Novos Princípios Tributários (EC 132/2023)237
- 6.1. Princípio da Simplicidade237
- 6.1.1. Simplicidade e a Transparência: O Direito à Compreensão da Carga Tributária243
- 6.1.2. A Simplicidade como Fator de Redução da Regressividade243
- 6.1.3. Estudo de Caso: O Setor de Logística e o Princípio da Simplicidade244
- 6.1.4. O Papel do Comitê Gestor do IBS na Manutenção da Simplicidade244 6.1.5. Simplicidade vs. Seletividade: O Equilíbrio Necessário244
- 6.1.6. Perspectivas Futuras: A Simplicidade e a Inteligência Artificial no Compliance245
- 6.1.7. Resumo Didático para Concursos e Prática Profissional245
- 6.1.8. A Simplicidade e a Independência da Capacidade Civil246
- 6.1.9. O Princípio da Simplicidade no Simples Nacional (Lei Complementar 123/2006)246
- 6.1.10. Jurisprudência Consolidada: O Paralelismo das Formas247
- 6.1.11. O Princípio do Non Olet e a Simplicidade da Incidência247
- 6.1.12. A Simplicidade e o Princípio da Uniformidade Geográfica248
- 6.1.13. Estudo de Caso: O IBS e a Substituição Tributária248
- 6.1.14. A Simplicidade na Gestão de Créditos Acumulados249
- 6.1.15. O Desafio da Transparência nas Alíquotas de Referência249
- 6.1.16. Estudo de Caso: Comércio Internacional e Simplicidade Aduaneira249
- 6.1.17. Simplicidade e a Progressividade no ITCMD e IPVA250
- 6.1.18. A Cláusula Antielisiva Geral e a Simplicidade da Norma250
- 6.1.19. O Papel das Instituições Financeiras como Agentes de Simplicidade250
- 6.1.20. A Simplicidade e a Zona Franca de Manaus (ZFM)251
- 6.1.21. A Redução da "Guerra Fiscal" e a Simplicidade Federativa251
- 6.1.22. Estudo de Caso: O Impacto da Simplicidade no Setor de Serviços251
- 6.1.23. A Prescrição e Decadência sob a ótica da Simplicidade252
- 6.1.24. O Princípio da Cooperação como Auxiliar da Simplicidade252
- 6.2. Princípio da Transparência253
- 6.2.1. Conceitos, Fundamentos e Evolução Doutrinária253
- 6.2.2. A Transparência na Prática: A Lei do Imposto na Nota (Lei 12.741/2012)254
- 6.2.3. Revolução Técnica: O Fim do Cálculo "Por Dentro" e a Adoção do Cálculo "Por Fora"255
- 6.2.4. Inovação na Arrecadação: O Sistema de Split Payment256
- 6.2.5. Cashback e Transparência Social: Redução da Regressividade .257 6.2.6. Divulgação de Benefícios Fiscais e o Fim do Sigilo Obscuro (LC 224/2025)257
- 6.2.7. Jurisprudência Consolidada: Transparência Bancária e Capacidade Contributiva258
- 6.2.8. Transparência na Relação Fisco-Contribuinte: O Código de Defesa (LC 225/2026)258
- 6.2.9. Desafios, Riscos e a Fronteira com a Proteção de Dados (LGPD)259 6.3. Princípio da Justiça Tributária260
- 6.3.1. Fundamentos Teóricos e Evolução do Conceito de Justiça Fiscal260 6.3.2. A Atenuação dos Efeitos Regressivos: O Comando do Art. 145, § 4º261
- 6.3.3. Equidade Vertical e Horizontal no IVA Dual (IBS e CBS)262
- 6.3.4. O Mecanismo de Cashback: Personalização da Justiça Fiscal263
- 6.3.5. Justiça Tributária e Perspectiva de Gênero e Raça263
- 6.3.6. Progressividade Patrimonial como Instrumento de Justiça264
- 6.3.7. Transparência, Cooperação e a Menor Onerosidade265
- 6.3.8. Jurisprudência Consolidada e a Proteção da Confiança265
- 6.3.9. O Papel do Judiciário e a Vedação ao Retrocesso Social266
- 6.3.10. Considerações Finais e Práticas para o Advogado Tributarista 266 6.4. Princípio da Cooperação267
- 6.4.1. Fundamentos e a Transição do Paradigma do Confronto para o da Conformidade267
- 6.4.2. A Dimensão Horizontal: Cooperação Federativa e o Comitê Gestor do IBS268
- 6.4.3. A Dimensão Vertical: A Relação Fisco-Contribuinte na LC 225/2026269
- 6.4.4. Programas de Conformidade e Gestão de Riscos (CONFIA, SINTONIA e OEA)270
- 6.4.5. A Transação Tributária como Instrumento de Solução Consensual271 6.4.6. Estudo de Caso: Integração e Cooperação no Município de São Luís/MA271
- 6.4.7. O Dever de Motivação e a Vedação ao "Fisco-Surpresa"272
- 6.4.8. Síntese e Aplicabilidade Prática no Cotidiano Jurídico272
- 6.5. Princípio da Defesa do Meio Ambiente (Tributação Verde)273
- 6.5.1. Fundamentos Constitucionais e a Nova Ordem Tributária Verde274 6.5.2. A Extrafiscalidade como Instrumento de Gestão Ecológica275
- 6.5.3. O Imposto Seletivo (IS) e a Defesa do Meio Ambiente276
- 6.5.4. IPVA Ecológico: Seletividade por Impacto Ambiental277
- 6.5.5. Regimes Favorecidos: Biocombustíveis e Hidrogênio Verde277
- 6.5.6. Incentivos Regionais e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR)278
- 6.5.7. Green Cashback: A Inclusão Social na Tributação Verde278
- 6.5.8. O Princípio da Defesa do Meio Ambiente e a Segurança Jurídica279 6.5.9. Síntese Comparativa: O Sistema Antes e Depois da EC 132/2023279 6.5.10. Considerações Doutrinárias e Práticas280
- Capítulo 7: Imunidades Tributárias282
- 7.1. Conceito, natureza jurídica e distinção de isenção, não incidência e alíquota zero282
- 7.1.1. Conceito de Imunidade Tributária: A Norma de Incompetência282 7.1.2. Natureza Jurídica: Regras de Estrutura e o Caráter Pétreo283
- 7.1.3. Não Incidência: A Ausência do Fato Jurídico Tributário284
- 7.1.4. Isenção: A Dispensa Legal do Pagamento284
- 7.1.5. Alíquota Zero: Técnica de Quantificação e Extrafiscalidade285
- 7.1.6. Critérios Distintivos: Quadro Comparativo de Desoneração285
- 7.1.7. Implicações Práticas: Ônus da Prova e Fiscalização286
- 7.1.8. O Creditamento e o Princípio da Não Cumulatividade (IPI e ICMS)287 7.1.9. Imunidade e Obrigações Acessórias: A Permanência do Dever Instrumental287
- 7.1.10. Imunidade do Livro Eletrônico e Imunidade Musical na Era Digital: SV 57 e art. 150, VI, "e"288
- 7.1.11. A Irrelevância da Nomenclatura no Texto Constitucional288
- 7.1.12. Imunidade e o Princípio "Pecunia Non Olet"288
- 7.1.13. Reforma Tributária (EC 132/2023) e o Novo Cenário das Imunidades289
- 7.1.14. Conclusão: A Hierarquia dos Métodos de Desoneração289
- 7.2. Imunidade Recíproca (União, Estados, DF e Municípios, Autarquias e Empresas Estatais)290
- 7.2.1. Gênese, Fundamentos Doutrinários e Natureza Jurídica290
- 7.2.2. A Imunidade da Administração Direta e o Objeto da Proteção 292 7.2.3. Extensão às Autarquias e Fundações Públicas: A Condição da Finalidade Essencial293
- 7.2.4. O Regime das Empresas Estatais: Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista293
- 7.2.5. O Caso Especial da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT)295
- 7.2.6. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e as Caixas de Assistência295
- 7.2.7. A Imunidade Recíproca perante os Impostos Indiretos e a Figura do Contribuinte de Fato296
- 7.2.8. Responsabilidade por Sucessão e a Incomunicabilidade da Imunidade297
- 7.2.9. A Reforma Tributária da EC 132/2023: Impactos no IBS, CBS e a Nova Engenharia do Art. 149-C297
- 7.2.10. Bens Públicos Ocupados por Particulares e o Tema 437298
- 7.3. Imunidade Religiosa (Templos de qualquer culto)299
- 7.3.1. Fundamentos Constitucionais e a Laicidade do Estado299
- 7.3.2. Os Conceitos de Culto e Templo: Teorias Interpretativas301
- 7.3.3. Alcance Objetivo da Imunidade: O "Falso Amplo"303
- 7.3.4. O Artigo 150, § 4º da Constituição Federal: O Critério da Finalidade Essencial304
- 7.3.5. Jurisprudência Consolidada e Temas Controvertidos305
- 7.3.6. A Inovação da Emenda Constitucional nº 116/2022: Templos Locatários306
- 7.3.7. A Imunidade Religiosa na Reforma Tributária (EC nº 132/2023)307 7.3.8. Regulamentação e Limites: A Lei Complementar nº 214/2025.307 7.3.9. Tema 336 STF: Entidades Religiosas como Assistência Social308
- 7.3.10. Aspectos Processuais: O Ônus da Prova e a Fiscalização309
- 7.3.11. Limites Éticos e Abuso de Direito: O "Templo-Empresa"309
- 7.3.12. Esquematização Final: A Estrutura da Imunidade Religiosa Pós- Reforma310
- 7.4. Imunidade dos Partidos Políticos, Sindicatos dos Trabalhadores e Instituições de Educação e Assistência Social311
- 7.4.1. Fundamentos e Natureza Jurídica da Imunidade Subjetiva312
- 7.4.2. O Requisito de Lei Complementar e o Tema 32 do STF312
- 7.4.3. Imunidade dos Partidos Políticos e suas Fundações313
- 7.4.4. Imunidade das Entidades Sindicais dos Trabalhadores314
- 7.4.5. Imunidade das Instituições de Educação e de Assistência Social sem Fins Lucrativos314
- 7.4.6. Abrangência Objetiva: O Artigo 150, § 4º da Constituição316
- 7.4.7. Repercussão Econômica e o Tema 342 do STF316
- 7.4.8. Entidades Religiosas e a Imunidade Assistencial (Tema 336 STF)317 7.4.9. Impactos da Reforma Tributária (EC 132/2023)317
- 7.4.10. Processo Administrativo e Judicial de Reconhecimento318
- 7.5. Imunidade Cultural (Livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão)319
- 7.5.1. Fundamentos Axiológicos e Natureza Jurídica320
- 7.5.2. O Conceito Extensivo de Livro, Jornal e Periódico321
- 7.5.3. A Revolução Digital e o Tema 593 do STF322
- 7.5.4. Insumos: A Interpretação Restritiva e a Súmula 657323
- 7.5.5. Registro Especial de Controle (REGPI) e a IN RFB 2217/2024324
- 7.5.6. Casuística Jurisprudencial e Temas Especiais325
- 7.5.7. A Imunidade Cultural e a Reforma Tributária (EC 132/2023)326
- 7.5.8. Síntese Doutrinária e Comentários Finais327
- 7.6. Imunidade Musical (Fonogramas e videofonogramas musicais brasileiros). 328 7.6.1. Gênese, Fundamento Político e Justificação Teleológica328
- 7.6.2. Classificação Doutrinária: Uma Imunidade Mista e Política329
- 7.6.3. Delimitação Técnica do Objeto: Fonogramas e Videofonogramas330 7.6.4. O Requisito da Territorialidade: "Produzidos no Brasil"331
- 7.6.5. A Exceção Estratégica: Replicação Industrial de Mídias Ópticas331 7.6.6. Impostos Afastados e a Persistência de Outras Exações332
- 7.6.7. A Imunidade Musical e a Reforma Tributária (EC 132/2023)333
- 7.6.8. A Imunidade na Era do Streaming e das Plataformas Digitais333
- 7.6.9. Análise Comparativa: Imunidade vs. Isenção e Alíquota Zero334
- 7.6.10. Desafios Internacionais e o GATT/OMC334
- 7.6.11. Esquematização Prática da Cadeia Produtiva Musical334
- 7.6.12. Considerações e Conclusões sobre a Imunidade Musical335
- 7.7. Outras imunidades específicas esparsas no texto constitucional336
- 7.7.1. Imunidade do ITR sobre pequenas glebas rurais336
- 7.7.2. Imunidade do ITBI na integralização de capital e reorganização societária337
- 7.7.3. Imunidades nas operações de exportação (ICMS, IPI, Contribuições e IBS/CBS)338
- 7.7.4. Imunidade do ITCMD para o Terceiro Setor (Novidade EC 132/2023)340
- 7.7.5. Imunidade do IPVA sobre aeronaves, embarcações e maquinário agrícola340
- 7.7.6. Imunidade nas operações de Reforma Agrária (O Art. 184, § 5º)341 7.7.7. Imunidades de Taxas e ao exercício da cidadania (Artigo 5º)342
- 7.7.8. Imunidade das Contribuições para a Seguridade Social (Art. 195, § 7º)343
- 7.7.9. Imunidades esparsas na Reforma Tributária: Radiodifusão e IBS/CBS343
- 7.7.10. Hermenêutica e Considerações Doutrinárias Finais344
- Capítulo 8: Obrigação Tributária345
- 8.1. Natureza e características da obrigação tributária345
- 8.1.1. O conceito de obrigação tributária e a relação jurídica fundamental345
- 8.1.2. A natureza ex lege da obrigação tributária346
- 8.1.3. A verticalidade e a supremacia do interesse público347
- 8.1.4. A indisponibilidade do crédito tributário348
- 8.1.5. Tipicidade fechada e estrita legalidade348
- 8.1.6. O princípio "Pecunia Non Olet" e a neutralidade ética349
- 8.1.7. A distinção entre débito e responsabilidade (Schuld e Haftung)350 8.1.8. Autonomia e instrumentalidade da obrigação acessória350
- 8.1.9. A determinação da natureza jurídica pelo fato gerador350
- 8.1.10. Novas tendências: Collaborative Capacity e Compliance351
- 8.1.11. Síntese doutrinária e jurisprudencial consolidada351
- 8.2. Obrigação Principal: Surgimento, objeto e extinção351
- 8.2.1. Surgimento da Obrigação Tributária Principal352
- 8.2.2. Objeto da Obrigação Tributária Principal355
- 8.2.3. Extinção da Obrigação Tributária Principal356
- 8.3. Obrigação Acessória: Conceito, Deveres instrumentais, autonomia e a conversão em obrigação principal por inobservância359
- 8.3.1. Conceito e Natureza Jurídica da Obrigação Acessória359
- 8.3.2. Deveres Instrumentais: Fazer, Não Fazer e Tolerar360
- 8.3.3. O Princípio da Autonomia e a Independência da Obrigação Acessória362
- 8.3.4. A Conversão em Obrigação Principal por Inobservância363
- 8.3.5. Limites Constitucionais e o Tema 487 do STF364
- 8.3.6. Estudo de Caso Prático: A Declaração de Benefícios Fiscais (DIRBI)365
- 8.3.7. Resumo Estruturado e Quadro Sinótico366
- Capítulo 9: Fato Gerador367
- 9.1. Hipótese de incidência (modelo normativo) vs. Fato Gerador (concreção fática)367
- 9.1.1. Gênese e Crítica Terminológica: O Equívoco de Gaston Jèze367
- 9.1.2. A Hipótese de Incidência: O Modelo Normativo e a Regra-Matriz368 9.1.3. O Fato Gerador: A Concreção Fática e a Linguagem Competente369 9.1.4. Classificação dos Fatos Geradores quanto à Periodicidade370
- 9.1.5. Atos Sujeitos a Condição: A Exegese do Artigo 117 do CTN371
- 9.1.6. O Princípio Pecunia Non Olet: A Autonomia do Fato Tributário372 9.1.7. A Norma Geral Antielisiva e o Fato Gerador Dissimulado372
- 9.1.8. A Independência da Definição de Fato Gerador (Art. 4º CTN)373
- 9.1.9. Síntese Comparativa e Recursos Didáticos373
- 9.2. Fato Gerador da obrigação principal e da obrigação acessória374
- 9.2.1. O Fato Gerador da Obrigação Principal374
- 9.2.2. O Fato Gerador da Obrigação Acessória376
- 9.2.3. O Fenômeno da Conversão (Art. 113, § 3º do CTN)377
- 9.2.4. Interpretação Econômica e a Validade do Fato Gerador377
- 9.2.5. Classificação dos Fatos Geradores quanto ao Momento Temporal378 9.2.6. A Reforma Tributária e a Nova Face do Fato Gerador (IBS e CBS)379 9.2.7. Síntese e Aplicação no Compliance Tributário380
- 9.3. Situações de fato e de direito (Condição suspensiva e resolutória)380
- 9.3.1. A Natureza Híbrida do Fato Gerador: Hipótese vs. Evento381
- 9.3.2. O Momento da Ocorrência: Análise do Artigo 116 do CTN381
- 9.3.3. Atos ou Negócios Jurídicos Condicionais: O Artigo 117 do CTN 384 9.3.4. O Princípio da Interpretação Objetiva (Art. 118, CTN)386
- 9.3.5. A Norma Geral Antielisiva e a Interpretação Econômica387
- 9.3.6. Perspectivas da Reforma Tributária: O Marco do "Fornecimento"387 9.4. Elisão fiscal, Evasão fiscal e a norma geral antielisiva (Art. 116, parágrafo único do CTN)388
- 9.4.1. Elisão Fiscal: O Planejamento Tributário Lícito389
- 9.4.2. Evasão Fiscal: A Ilicitude e a Ocultação do Fato Gerador390
- 9.4.3. Elusão Fiscal: A Elisão Ineficaz ou Abusiva392
- 9.4.4. A Norma Geral Antielisiva: O Artigo 116, Parágrafo Único do CTN392 9.4.5. A Jurisprudência do STF: O Julgamento da ADI 2446393
- 9.4.6. A Teoria do Propósito Negocial (Business Purpose)394
- 9.4.7. Estudo de Caso: A Operação "Casa e Separa"395
- 9.4.8. Ágio Interno e Empresa Veículo: A Virada do STJ (2024/2025) .396 9.4.9. Estudo de Caso: A Empresa "Temporária Ltda" (ITBI)396
- 9.4.10. Distinções Dogmáticas: Simulação, Fraude à Lei e Abuso de Forma397
- 9.4.11. Limites ao Poder de Desconsideração do Fisco397
- 9.4.12. Síntese e Diretrizes Práticas para o Planejamento Tributário398
- Capítulo 10: Sujeitos da Obrigação Tributária400
- 10.1. Sujeito Ativo (Direto e Indireto, delegação de capacidade de arrecadação)400 10.1.1. Competência Tributária vs. Capacidade Tributária Ativa400
- 10.1.2. Sujeito Ativo Direto: A Titularidade dos Entes Políticos401
- 10.1.3. Sujeito Ativo Indireto e o Fenômeno da Parafiscalidade402
- 10.1.4. Delegação da Capacidade Tributária Ativa (Artigo 7º do CTN) 402 10.1.5. Distinção entre Sujeito Ativo e Auxiliar de Arrecadação (Art. 7º, § 3º)403
- 10.1.6. Jurisprudência Consolidada e Dinâmica dos Tribunais (2024-2025)403
- 10.1.7. A Reforma Tributária (EC 132/2023) e o Novo Paradigma do Sujeito Ativo404
- 10.1.8. Modificação do Sujeito Ativo por Desmembramento (Art. 120 do CTN)405
- 10.2. Sujeito Passivo (Contribuinte e Responsável)407
- 10.2.1. O Sujeito Passivo da Obrigação Principal e Acessória407
- 10.2.2. A Divisão Binária: Contribuinte e Responsável408
- 10.2.3. Esquematização das Diferenças entre Contribuinte e Responsável409
- 10.2.4. Teoria Dualista da Obrigação: Schuld e Haftung no Direito Tributário409
- 10.2.5. Contribuinte de Direito e Contribuinte de Fato410
- 10.2.6. Inoponibilidade de Convenções Particulares (Art. 123, CTN)410
- 10.2.7. Solidariedade Passiva (Arts. 124 e 125, CTN)411
- 10.2.8. Capacidade Tributária Passiva (Art. 126, CTN)412
- 10.2.9. Domicílio Tributário (Art. 127, CTN)413
- 10.2.10. Responsabilidade Tributária: Modalidades de Transferência e Substituição413
- 10.2.11. Sucessão Imobiliária (Art. 130, CTN)414
- 10.2.12. Sucessão Empresarial (Arts. 132 e 133, CTN)414
- 10.2.13. Responsabilidade de Gestores e Sócios (Arts. 134 e 135)415
- 10.2.14. O Novo Cenário: LC 225/2026 e o Código de Defesa do Contribuinte416
- 10.2.15. Síntese dos Regimes de Responsabilidade por Transferência416 10.3. Convenções particulares e a oponibilidade à Fazenda Pública417
- 10.3.1. Fundamentação Teórica: Verticalidade vs. Horizontalidade417
- 10.3.2. Análise Exegética do Artigo 123 do CTN418
- 10.3.3. Aplicabilidade Prática: O Contrato de Locação e o IPTU419
- 10.3.4. Jurisprudência do STJ: Súmula 399 e Súmula 614420
- 10.3.5. Compra e Venda de Veículos e a Responsabilidade no IPVA420
- 10.3.6. Sucessão Empresarial e Incorporações não Comunicadas421
- 10.3.7. Operações de ICMS e as Cláusulas FOB e CIF421
- 10.3.8. Limites da Inoponibilidade: O Princípio da Primazia da Realidade422
- 10.3.9. Impactos da Reforma Tributária (EC 132/2023)422
- 10.3.10. Síntese Conclusiva e Aplicabilidade Prática423
- Capítulo 11: Capacidade Tributária424
- 11.1. A independência da capacidade tributária passiva em relação à capacidade civil424
- 11.1.1. Fundamentos Doutrinários da Independência e a Regra Matriz de Incidência424
- 11.1.2. Análise do Inciso I: A Irrelevância da Capacidade Civil das Pessoas Naturais425
- 11.1.3. Análise do Inciso II: A Sujeição de Pessoas Sob Medidas Restritivas ou Privativas426
- 11.1.4. Análise do Inciso III: A Unidade Econômica e a Tributação do Setor Informal427
- 11.1.5. A Cláusula "Pecunia Non Olet" e a Tributação de Atos Ilícitos 427 11.1.6. Implicações Processuais da Capacidade Tributária Autônoma428 11.1.7. A Capacidade Tributária Frente à Reforma Tributária (EC 132/2023)429
- 11.1.8. Comentários Doutrinários: A Visão de Luciano Amaro e Hugo de Brito Machado429
- 11.2. A regularidade da constituição da pessoa jurídica e a tributação de entes despersonalizados430
- Capítulo 12: Domicílio Tributário436
- 12.1. Regras de fixação do domicílio para pessoas físicas e jurídicas436
- 12.1.1. O Domicílio de Eleição e o Princípio da Autonomia do Sujeito Passivo436
- 12.1.2. Regras para Pessoas Naturais: Residência Habitual e Centro de Atividades437
- 12.1.3. Regras para Pessoas Jurídicas de Direito Privado e Firmas Individuais438
- 12.1.4. Regras para Pessoas Jurídicas de Direito Público439
- 12.1.5. A Cláusula Residual: Lugar da Situação dos Bens ou do Fato440
- 12.1.6. A Prerrogativa de Recusa Motivada (Art. 127, § 2º, CTN)440
- 12.1.7. O Domicílio Tributário Eletrônico (DTE): A Fronteira Digital440
- 12.1.8. O Impacto da Reforma Tributária (EC 132/2023) no Domicílio441 12.2. A pluralidade de domicílios e o domicílio de eleição442
- 12.2.1. O Domicílio de Eleição: Autonomia da Vontade e seus Limites442 12.2.2. A Pluralidade de Domicílios para Pessoas Naturais444
- 12.2.3. A Pluralidade de Estabelecimentos e a Autonomia Fiscal das Filiais444
- 12.2.4. O Domicílio de Exceção ou Subsidiário Geral445
- 12.2.5. Patologia do Domicílio e Súmula 435 do STJ446
- 12.2.6. Perspectivas Modernas: O Domicílio Tributário Eletrônico (DTE)446 12.2.7. Síntese Doutrinária e Aplicabilidade Prática447
- 12.3. O Domicílio Tributário Eletrônico (DTE)447
- 12.3.1. Gênese Normativa e Fundamentos do Endereço Virtual448
- 12.3.2. A Mecânica da Ciência Ficta e a Contagem de Prazos449
- 12.3.3. DTE no Simples Nacional: O Efeito Excludente450
- 12.3.4. A Revolução do DTE Unificado (Reforma Tributária - LC 214/2025)450
- 12.3.5. Proteções no Código de Defesa do Contribuinte (LC 225/2026)451 12.3.6. Análise Jurisprudencial Consolidada452
- 12.3.7. DTE nos Estados e Municípios: Autonomia e Desafios453
- 12.3.8. Prática e Governança: Como Gerir o Domicílio Digital453
- Capítulo 13: Responsabilidade Tributária455
- 13.1. Princípios e regras gerais da responsabilidade tributária455
- 13.1.1. Fundamentação Teórica: A Dualidade da Obrigação (Schuld e Haftung)455
- 13.1.2. O Sujeito Passivo da Obrigação Principal: Análise do Artigo 121 do CTN456
- 13.1.3. O Estatuto da Responsabilidade no Artigo 128 do CTN457
- 13.1.4. Classificações da Responsabilidade Tributária457
- 13.1.5. Inoponibilidade de Convenções Particulares (Artigo 123 do CTN)458 13.1.6. Solidariedade Tributária e o Benefício de Ordem (Artigos 124 e 125 do CTN)459
- 13.1.7. Princípios da Praticabilidade e Capacidade Colaborativa459
- 13.1.8. O Princípio do Pecunia Non Olet na Responsabilidade (Artigo 118 do CTN)460
- 13.1.9. Capacidade Tributária Passiva (Artigo 126 do CTN)460
- 13.1.10. Responsabilidade por Infrações (Artigos 136 e 137 do CTN) 460 13.1.11. O Novo Cenário: O Código de Defesa do Contribuinte (LC 225/2026)461
- 13.2. Responsabilidade dos Sucessores (Causa mortis, inter vivos e sucessão empresarial/societária)462
- 13.2.1. O Marco Temporal e a Abrangência da Responsabilidade (Art. 129 do CTN)462
- 13.2.2. Sucessão na Transmissão de Bens Imóveis (Art. 130 do CTN).463 13.2.3. Responsabilidade na Transmissão de Bens Móveis (Art. 131, I, do CTN)465
- 13.2.4. Responsabilidade na Sucessão Causa Mortis (Art. 131, II e III, do CTN)465
- 13.2.5. Responsabilidade na Sucessão Empresarial e Societária (Art. 132 do CTN)467
- 13.2.6. Responsabilidade na Aquisição de Estabelecimento ou Fundo de Comércio (Art. 133 do CTN)468
- 13.2.7. Síntese Comparativa da Responsabilidade por Sucessão469
- 13.2.8. Impactos da Reforma Tributária (EC 132/2023) na Sucessão e o ITCMD470
- 13.3. Responsabilidade de Terceiros (Pais, tutores, administradores, diretores e sóciosgerentes)471
- 13.3.1. Fundamentos Doutrinários e a Natureza Jurídica da Sujeição Passiva Indireta471
- 13.3.2. Responsabilidade por Atuação Regular (Art. 134 do CTN): A Subsidiariedade na Representação472
- 13.3.3. O Rol Exaustivo de Responsáveis do Artigo 134473
- 13.3.4. Responsabilidade Pessoal por Atuação Irregular (Art. 135 do CTN)474
- 13.3.5. Dissolução Irregular: A Súmula 435 do STJ e a Presunção de Ilícito475
- 13.3.6. Delimitação Temporal: Quem Responde pelo Quê? (Temas 962 e 981 do STJ)476
- 13.3.7. O Ônus da Prova e a Certidão de Dívida Ativa (CDA)477
- 13.3.8. Responsabilidade em Grupos Econômicos e o IDPJ477
- 13.3.9. Microempresas e o Simples Nacional (LC 123/2006)477
- 13.3.10. Responsabilidade Tributária e a Nova Lei Complementar 225/2026478
- 13.3.11. Síntese Comparativa: Responsabilidade Tributária de Terceiros478 13.3.12. Perspectivas da Reforma Tributária (EC 132/2023)478
- 13.4. Responsabilidade por Infrações479
- 13.4.1. Responsabilidade Objetiva (Art. 136 do CTN)479
- 13.4.2. Responsabilidade Pessoal do Agente (Art. 137 do CTN)481
- 13.4.3. Denúncia Espontânea (Art. 138 do CTN)483
- 13.4.4. Exclusão de Penalidades e Limites Constitucionais484
- 13.4.5. O Novo Paradigma da LC 225/2026 (Código de Defesa do Contribuinte)485
- 13.5. Responsabilidade Solidária488
- 13.5.1. Fundamentos e Conceito de Solidariedade no Direito Tributário488 13.5.2. Análise do Artigo 124 do CTN: Solidariedade de Fato e de Direito489
- 13.5.3. Efeitos Jurídicos da Solidariedade (Artigo 125 do CTN)490
- 13.5.4. A Solidariedade nos Grupos Econômicos e a Confusão Patrimonial492
- 13.5.5. A Solidariedade dos Administradores: Súmulas 430 e 435 do STJ492 13.5.6. A Reforma Tributária e o Novo Regime de Solidariedade (IBS e CBS)493
- 13.5.7. Estudo de Caso Prático: Fraude em Grupo Econômico e Confusão Patrimonial494
- 13.5.8. Quadros Sinóticos e Recursos Didáticos para Fixação494
- 13.5.9. Conclusão do Tópico: Diretrizes para o Profissional do Direito495 13.6. Responsabilidade por Substituição496
- 13.6.1. O Conflito Doutrinário: Presunção versus Ficção Jurídica496
- 13.6.2. Substituição Tributária Regressiva (Para Trás)497
- 13.6.3. Substituição Tributária Progressiva (Para Frente)498
- 13.6.4. A Revolução do Tema 201 do STF: Direito à Restituição499
- 13.6.5. Substituição Tributária Concomitante500
- 13.6.6. Diferenciação Técnica: Substituto Tributário versus Agente de Retenção500
- 13.6.7. Hipóteses de Inaplicabilidade da Substituição Tributária501
- 13.6.8. A Substituição Tributária e a Reforma Tributária (EC 132/2023)501 22 13.6.9. Aspectos Penais e a Súmula 658 do STJ502
- Capítulo 14: Crédito Tributário504
- 14.1. Conceito e natureza jurídica504
- 14.1.1. A Identidade de Natureza entre Obrigação e Crédito504
- 14.1.2. A Natureza Jurídica: O Embate entre Monismo e Dualismo505
- 14.1.3. Atributos do Crédito Tributário: Certeza, Liquidez e Exigibilidade506 14.1.4. A Autonomia Relativa da Obrigação frente ao Crédito (Art. 140 CTN)507
- 14.1.5. A Natureza de Bem Público Indisponível507
- 14.1.6. O Crédito Tributário como Instrumento de Justiça Fiscal508
- 14.1.7. Síntese Estrutural da Relação Jurídico-Tributária508
- 14.1.8. Considerações Finais sobre a Natureza Constitutiva-Declaratória508 14.2. A relação entre Obrigação Tributária e Crédito Tributário (Dualidade ou Unidade)510
- 14.2.1. O Nascimento da Obrigação Tributária como Pressuposto510
- 14.2.2. A Constituição do Crédito Tributário pela Via do Lançamento 511 14.2.3. A Teoria da Dualidade: A Visão do Legislador Brasileiro511
- 14.2.4. A Teoria da Unidade: A Perspectiva de Paulo de Barros Carvalho512 14.2.5. Influências da Doutrina Germânica: Schuld e Haftung512
- 14.2.6. Natureza Jurídica do Lançamento: Ato Declaratório ou Constitutivo?513
- 14.2.7. Exemplificação Prática: IPTU e o Lançamento de Ofício513
- 14.3. Características de inalterabilidade e indisponibilidade514
- 14.3.1. A Característica da Inalterabilidade do Crédito Tributário514
- 14.3.2. A Característica da Indisponibilidade do Crédito Tributário517
- 14.3.3. Quadro Comparativo e Síntese Sistemática519
- 14.3.4. Aplicações Práticas e Consequências da Violação519
- Capítulo 15: Lançamento Tributário521
- 15.1. Natureza jurídica (Declaratória da obrigação e constitutiva do crédito)521
- 15.1.1. A Dicotomia entre o Plano do Fato e o Plano do Direito521
- 15.1.2. O Lançamento como Procedimento Administrativo Vinculado522 15.1.3. Teorias sobre a Natureza Jurídica: Análise Doutrinária Profunda523 15.1.4. O Lançamento como Norma Individual e Concreta: A Lição de Paulo de Barros Carvalho524
- 15.1.5. Estudo de Caso Prático I: O Lançamento do IPTU e a Notificação524 15.1.6. Estudo de Caso Prático II: Lançamento por Homologação e a Súmula 436 do STJ525
- 15.1.7. O Lançamento como Marco Divisor na "Linha do Tempo" Tributária526
- 15.1.8. Imutabilidade e Alteração do Lançamento: O Artigo 146 do CTN526 15.1.9. Natureza Jurídica e a Aplicação da Lei no Tempo (Art. 144 CTN)527 15.1.10. O Lançamento no Contexto da Reforma Tributária (EC 132/2023)527
- 15.1.11. Síntese e Considerações Doutrinárias Finais527
- 15.2. Efeitos e vinculação da autoridade administrativa528
- 15.2.1. A Atividade Administrativa Plenamente Vinculada e Obrigatória529 15.2.2. A Natureza Jurídica do Lançamento: Entre o Declarar e o Constituir530
- 15.2.3. Efeitos Temporais e a Legislação Aplicável (Art. 144 do CTN) .531 15.2.4. A Vinculação ao Critério Jurídico e a Proteção à Confiança (Art. 146 do CTN)532
- 15.2.5. Efeito de Interrupção da Decadência e Limites de Alterabilidade533 15.2.6. O Efeito da Súmula 436 do STJ: A Declaração como Ato de Constituição534
- 15.2.7. Efeitos Criminais: A Súmula Vinculante 24 e o Lançamento Definitivo535
- 15.2.8. A Impossibilidade de o Judiciário Substituir o Fisco no Lançamento535
- 15.2.9. A Reforma Tributária e os Novos Efeitos de Vinculação (EC 132/2023)536
- 15.3. Lançamento de Ofício537
- 15.3.1. Conceito, Natureza Jurídica e Fundamentos Doutrinários537
- 15.3.2. As Hipóteses do Artigo 149 do CTN: Análise Pormenorizada538
- 15.3.3. Lançamento por Arbitramento (Art. 148 do CTN)540
- 15.3.4. A Revisão do Lançamento: Distinção entre Erro de Fato e Erro de Direito541
- 15.3.5. Aspectos Processuais: Notificação, Decadência e Execução542
- 15.3.6. Lançamento de Ofício e Reflexos Penais: A Súmula Vinculante 24543
- 15.3.7. O Lançamento de Ofício na Reforma Tributária (IBS e CBS)543
- 15.4. Modalidades: Lançamento por Declaração544
- 15.4.1. Conceito, Natureza e Fundamentos Doutrinários545
- 15.4.2. Análise Detalhada do Artigo 147 do CTN545
- 15.4.3. O Procedimento e a Notificação: O Marco da Exigibilidade546
- 15.4.4. Comparação Analítica entre as Modalidades de Lançamento 547 15.4.5. Retificação da Declaração pelo Contribuinte (§ 1º do Art. 147)547 15.4.6. Retificação de Ofício pela Administração (§ 2º do Art. 147)548
- 15.4.7. Estudo de Caso Prático I: O ITBI e o Tema Repetitivo 1113 do STJ548 24 15.4.8. Estudo de Caso Prático II: Imposto de Importação e o Regime de Bagagem549
- 15.4.9. Estudo de Caso Prático III: ITR e as Dificuldades de Apuração 550 15.4.10. A Revisão do Lançamento: Erro de Fato vs. Erro de Direito550
- 15.4.11. Aspectos Decadenciais e o Lançamento por Declaração551
- 15.4.12. O Futuro do Lançamento por Declaração frente à Reforma Tributária (EC 132/2023)551
- 15.4.13. Conclusão e Síntese Didática552
- 15.5. Lançamento por Homologação552
- 15.5.1. Conceito, Fundamentos e a Crítica ao "Autolançamento"553
- 15.5.2. O Dever de Antecipação e a Condição Resolutória (Art. 150, §1º)554
- 15.5.3. Modalidades de Homologação: O Silêncio da Administração .555 15.5.4. Constituição do Crédito pela Declaração: A Súmula 436 do STJ556 15.5.5. A Sistemática da Decadência: O Conflito entre os Arts. 150, §4º e 173, I557
- 15.5.6. Denúncia Espontânea no Lançamento por Homologação (Súmula 360 STJ)559
- 15.5.7. O Lançamento de Ofício nos Tributos Sujeitos a Homologação559 15.5.8. Lançamento por Homologação e Crimes contra a Ordem Tributária560
- 15.5.9. A Reforma Tributária (EC 132/2023) e o Futuro da Homologação561 15.5.10. Imutabilidade do Lançamento e Proteção à Confiança (Art. 146, CTN)562
- 15.5.11. Síntese Doutrinária e Conclusões Técnicas562
- 15.6. Alteração e revisão do lançamento563
- 15.6.1. O regime de estabilidade e as hipóteses de alteração (Art. 145 do CTN)563
- 15.6.2. Modificação de critério jurídico e proteção à confiança (Art. 146 do CTN)565
- 15.6.3. Hipóteses de revisão de ofício (Art. 149 do CTN)567
- 15.6.4. O Lançamento por Arbitramento (Art. 148 do CTN)569
- 15.6.5. Limites temporais e o "Lustro Decadencial"569
- 15.6.6. Aspectos práticos e jurisprudência consolidada570
- 15.6.7. A Reforma Tributária (EC 132/2023) e o futuro do lançamento571 15.6.8. Resumo Comparativo das Regras de Revisão571
- 15.6.9. Conclusão Doutrinária e Prática571
- Capítulo 16: Suspensão da Exigibilidade do Crédito Tributário573
- 16.1. Moratória573
- 16.1.1. Natureza Jurídica e Fundamentos574
- 16.1.2. Classificações da Moratória: Competência e Abrangência574
- 16.1.3. Requisitos da Lei Concessiva (Artigo 153 do CTN)575
- 16.1.4. Abrangência Temporal e Exclusões (Artigo 154 do CTN)576
- 16.1.5. O Regime da Moratória Individual e a Revogação (Artigo 155 do CTN)576
- 16.1.6. Distinção Técnica entre Moratória e Parcelamento577
- 16.1.7. Moratória em Tempos de Calamidade: Estudos de Caso Contemporâneos578
- 16.1.8. Implicações Práticas para o Advogado Tributarista579
- 16.2. Depósito do seu montante integral580
- 16.2.1. Natureza Jurídica e Fundamentos Doutrinários580
- 16.2.2. Requisitos Obrigatórios: A Súmula 112 do STJ581
- 16.2.3. Seguro-Garantia e Fiança Bancária: A Evolução Jurisprudencial (Temas 1203 e 1385 do STJ)582
- 16.2.4. Aspectos Processuais: Onde e Como Depositar583
- 16.2.5. Efeitos Econômicos e a Cessação da Mora (Tema 677 do STJ) 584 16.2.6. A Inovação da LC 225/2026: O Código de Defesa do Contribuinte584
- 16.2.7. Extinção do Crédito: Conversão em Renda e Levantamento586
- 16.2.9. Exemplos Práticos e Estudos de Caso587
- 16.2.10. Comentários Doutrinários e Jurisprudência Consolidada588
- 16.2.11. Síntese Conclusiva do Tópico589
- 16.3. Reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo590
- 16.3.1. Fundamentos Constitucionais e o Direito de Petição590
- 16.3.2. Conceituação de Reclamações e Recursos: Terminologia e Alcance591
- 16.3.3. O Princípio da Gratuidade e a Súmula Vinculante 21592
- 16.3.4. Efeitos da Suspensão sobre a Decadência e a Prescrição592
- 16.3.5. O Rito Processual Federal: Decreto 70.235/72 e CARF593
- 16.3.6. Duração Razoável e o Prazo de 360 Dias594
- 16.3.7. Concomitância entre Vias Administrativa e Judicial594
- 16.3.8. Efeito Suspensivo de Recursos Administrativos Intempestivos ou Inadmissíveis595
- 16.3.9. Prescrição Intercorrente no Processo Administrativo595
- 16.3.10. Comparativo de Vantagens e Desvantagens do PAT596
- 16.3.11. Síntese Conclusiva da Seção 16.3596
- 16.4. Concessão de medida liminar em mandado de segurança597
- 16.4.1. Fundamentação Constitucional e o Rito da Lei nº 12.016/2009597 26 16.4.2. Pressupostos de Concessão: Fumus Boni Iuris e Periculum in Mora598
- 16.4.3. O Paradigma da ADI 4296/STF e a Queda das Vedações Legais599 16.4.4. Mandado de Segurança Preventivo e o Prazo de 120 Dias600
- 16.4.5. Efeitos da Liminar sobre a Decadência: O Dever de Lançamento "Ad Cautelam"601
- 16.4.6. Efeitos Práticos na Esfera Civil e Patrimonial do Contribuinte.601 16.4.7. Estudo de Caso: MS Preventivo contra o DIFAL/ICMS (LC 190/2022)602
- 16.4.8. Estudo de Caso II: Restrições à Restituição no MS (ARE 1525254 STF - 2025)603
- 16.4.9. Diferenciação Estratégica: MS vs. Ação Ordinária com Tutela Antecipada603
- 16.4.10. Responsabilidade e Riscos da Liminar em Caso de Improcedência604
- 16.4.11. Síntese dos Entendimentos Sumulados Relacionados604
- 16.4.12. Conclusão e Visão Prospectiva605
- 16.5. Concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras espécies de ação judicial605
- 16.5.1. Natureza Jurídica e Delimitação Conceitual605
- 16.5.2. O Advento da Lei Complementar nº 104/2001 e a Evolução Processual606
- 16.5.3. Integração com o CPC/2015: Tutelas de Urgência e Evidência 607 16.5.4. Requisitos para a Concessão e a Desnecessidade de Depósito607 16.5.5. Ações Judiciais Aptas a Abrigar a Tutela Antecipada609
- 16.5.6. A Vedação à Compensação Antecipada e o Artigo 170-A do CTN609 16.5.7. Efeitos Práticos na Regularidade Fiscal e Certidões610
- 16.5.8. Suspensão da Exigibilidade e os Prazos Extintivos: Decadência e Prescrição611
- 16.5.9. Quadro Sinóptico das Causa de Suspensão (Art. 151 CTN)611
- 16.5.10. Considerações Finais e Diretrizes Práticas para o Advogado.612 16.6. Parcelamento612
- 16.6.1. Conceito, Natureza Jurídica e Evolução Legislativa612
- 16.6.2. O Princípio da Estrita Legalidade e a Necessidade de Lei Específica614
- 16.6.3. Diferenciação Científica entre Parcelamento e Moratória614
- 16.6.4. A Confissão de Dívida: Alcance e Limites Cognitivos (Tema 375 STJ)615
- 16.6.5. Parcelamento e Prescrição: O Impacto da Súmula 653 do STJ 616 16.6.6. O Parcelamento "De Ofício" e o Tema Repetitivo 980 do STJ617
- 16.6.7. Inaplicabilidade da Denúncia Espontânea ao Parcelamento (Tema 101 STJ)618
- 16.6.8. Parcelamento na Recuperação Judicial e o Princípio da Preservação da Empresa618
- 16.6.9. Reflexos Penais: Suspensão e Extinção da Punibilidade619
- 16.6.10. Aspectos Procedimentais e Bloqueio de Ativos (Tema 1012 STJ)619 16.6.11. Inovações do Código de Defesa do Contribuinte (LC 225/2026) e a Transação620
- 16.6.12. Informativo 877 do STJ (Fevereiro de 2026): O Termo Final da Multa de Mora620
- 16.6.13. Regras de Parcelamento Municipal: O Exemplo de São Luís/MA621 16.7. Síntese Conclusiva e Diretrizes para o Advogado622
- Capítulo 17: Extinção do Crédito Tributário623
- 17.1. Pagamento623
- 17.1.1. Regras Gerais do Pagamento624
- 17.1.2. Imputação em Pagamento (Artigo 163 do CTN)625
- 17.1.3. Pagamento Indevido e o Direito à Repetição do Indébito626
- 17.1.4. Restituição de Tributos Indiretos (Artigo 166 do CTN)627
- 17.1.5. Prazos e Aspectos Processuais da Restituição628
- 17.1.6. Atualização Monetária e Juros na Restituição629
- 17.1.7. Ação de Consignação em Pagamento630
- 17.2. Compensação631
- 17.2.1. Natureza Jurídica e Distinção do Direito Civil632
- 17.2.2. Requisitos Fundamentais do Artigo 170 do CTN633
- 17.2.3. A Vedação do Artigo 170-A do CTN e a Jurisprudência do STF e STJ633
- 17.2.4. Aspectos Práticos: PER/DCOMP e a Homologação634
- 17.2.5. O Novo Entendimento sobre o Prazo para Exaurimento do Crédito (REsp 2.178.201)635
- 17.2.6. Inconstitucionalidade da Multa Isolada (Tema 736 STF)636
- 17.2.7. Compensação no Âmbito da Reforma Tributária (EC 132/2023)636 17.2.8. Resumo da Jurisprudência por Meio de Súmulas do STJ637
- 17.2.9. Considerações Finais sobre a Aplicabilidade Prática638
- 17.3. Transação638
- 17.3.1. Fundamentos Doutrinários e Natureza Jurídica638
- 17.3.2. A Transação Tributária no Âmbito Federal: O Marco das Leis 13.988 e 14.375640
- 17.3.3. Modalidades da Transação Federal e Ritos Procedimentais641
- 17.3.4. Análise Comparativa: Transação vs. Parcelamento e Remissão641 28 17.3.5. Prática Operacional e Critérios de Recuperabilidade642
- 17.3.6. Jurisprudência Consolidada e Leading Cases643
- 17.3.7. Comentários Doutrinários sobre a Transação e a Reforma Tributária644
- 17.3.8. Esquematização e Exemplos Práticos de Aplicação644
- 17.3.9. Vedações e Limites Inarredáveis645
- 17.3.10. Conclusão e Perspectivas de Futuro645
- 17.4. Remissão646
- 17.4.1. Conceito, Etimologia e Distinção terminológica646
- 17.4.2. Natureza Jurídica e o Marco Temporal do Lançamento647
- 17.4.3. Requisitos de Validade: Legalidade e Lei Específica648
- 17.4.4. Fundamentos para a Concessão (Artigo 172 do CTN)648
- 17.4.5. O Despacho Administrativo e a Ausência de Direito Adquirido650 17.4.6. Efeitos na Solidariedade Passiva (Artigo 125 do CTN)651
- 17.4.7. Remissão e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)651
- 17.4.8. Diferenciação Didática entre Institutos de Desoneração652
- 17.4.9. Aspectos Processuais e o Procedimento de Requerimento652
- 17.4.10. Jurisprudência Selecionada e Casuística653
- 17.5. Prescrição654
- 17.5.1. Distinção Científica entre Prescrição e Decadência654
- 17.5.2. O Prazo de Cinco Anos e a Reserva de Lei Complementar655
- 17.5.3. Termo Inicial da Prescrição: O Conceito de Constituição Definitiva656
- 17.5.4. Causas de Interrupção da Prescrição657
- 17.5.5. Causas de Suspensão da Prescrição659
- 17.5.6. Prescrição Intercorrente Judicial (Artigo 40 da LEF)660
- 17.5.7. Prescrição Intercorrente Administrativa e o Tema 1293 STJ661
- 17.5.8. Prescrição no Redirecionamento da Execução Fiscal662
- 17.5.9. Execuções de Baixo Valor e Interesse de Agir (Tema 1184 STF)663 17.5.10. Prescrição na Era da Reforma Tributária (EC 132/2023 e LCs de 2026)663
- 17.5.11. Honorários e Proveito Econômico na Prescrição Intercorrente664 17.5.12. Prática Tecnológica e Provas Digitais na Prescrição664
- 17.5.13. Quadro Resumo de Causas de Extinção da Pretensão665
- 17.6. Decadência665
- 17.6.1. Conceito, Natureza Jurídica e Fundamentos Doutrinários666
- 17.6.2. A Regra Geral de Contagem: O Artigo 173, inciso I, do CTN667
- 17.6.3. Antecipação da Contagem por Medida Preparatória (Art. 173, Parágrafo Único)668
- 17.6.4. A Renovação do Prazo por Vício Formal (Art. 173, inciso II, do CTN)669
- 17.6.5. Decadência nos Tributos por Homologação (Art. 150, § 4º, do CTN)670
- 17.6.6. A Súmula 555 do STJ e o Fim da Tese dos "5+5"671
- 17.6.7. A Reserva de Lei Complementar e a Súmula Vinculante nº 8 do STF672
- 17.6.8. Estudos de Caso e Jurisprudência Aplicada672
- 17.6.9. Quadro Comparativo Técnico: Decadência vs. Prescrição673
- 17.6.10. Considerações Finais sobre a Decadência Tributária673
- 17.7. Conversão de depósito em renda674
- 17.7.1. Conceito, Fundamento e Gênese Jurídica674
- 17.7.2. O Pressuposto Lógico: O Depósito do Montante Integral (Art. 151, II do CTN)675
- 17.7.3. Natureza Jurídica: Pagamento Condicional vs. Garantia675
- 17.7.4. Processamento e Ritos Procedimentais: O Regime da União (Lei 9.703/98)676
- 17.7.5. Conversão em Renda e a Extinção do Processo sem Julgamento de Mérito677
- 17.7.6. Impacto da Lei nº 14.973/2024 e o Novo Regime de Atualização (IPCA vs. SELIC)677
- 17.7.7. Conversão de Depósito em Renda vs. Consignação em Pagamento678
- 17.7.8. Situações Especiais: Depósitos Não Reclamados e Prescrição 678 17.7.9. Estudo de Casos Práticos e Jurisprudência Aplicada679
- 17.7.10. Reflexos na Prática do Advogado Tributarista680
- 17.8. Pagamento antecipado e a homologação do lançamento680
- 17.8.1. Fundamentos e a Natureza Jurídica da Condição Resolutória 681 17.8.2. O Procedimento de Homologação: Entre o Ato Expresso e a Ficção Tácita682
- 17.8.3. O Óbice da Má-Fé: Dolo, Fraude ou Simulação683
- 17.8.4. Conflitos Hermenêuticos e a Jurisprudência do STJ sobre Decadência684
- 17.8.5. O Impacto da Declaração na Constituição do Crédito: A Súmula 436 do STJ685
- 17.8.6. Reflexos na Repetição de Indébito: O Fim da Tese dos "Cinco mais Cinco"686
- 17.8.7. Questões Atuais: Omissão de Rendimentos e a Nova Fronteira do STJ (2024-2026)687
- 17.8.8. A Compensação Tributária como Modalidade Especial de Homologação688
- 17.8.9. Casuística Jurisprudencial e Comentários Doutrinários Específicos689
- 17.8.10. Resumo Estruturado e Guia de Aplicação690
- 17.9. Consignação em pagamento690
- 17.9.1. Introdução e Contextualização no Sistema de Extinção do Crédito Tributário690
- 17.9.2. Fundamentos Doutrinários e Éticos: O Direito de Deixar de ser Devedor692
- 17.9.3. Hipóteses de Cabimento: A Exegese do Artigo 164 do CTN692
- 17.9.4. O Rito Processual e a Exigência do Depósito Integral694
- 17.9.5. Diferenças Fundamentais: Depósito do Art. 151, II vs. Consignação do Art. 164695
- 17.9.6. Efeitos da Sentença e a Extinção Definitiva696
- 17.9.7. Consignação em Pagamento e a Reforma Tributária (EC 132/2023)697
- 17.9.8. Aspectos Práticos e Jurisprudência Consolidada698
- 17.9.9. Estudo de Caso Aprofundado: Conflito de Incidência em Local de Fronteira699
- 17.9.10. Considerações Finais: A Consignação como Escudo do Contribuinte699
- 17.10. Decisão administrativa irreformável e decisão judicial passada em julgado700 17.10.1. Decisão administrativa irreformável (Art. 156, IX, CTN)700
- 17.10.2. Decisão judicial passada em julgado (Art. 156, X, CTN)702
- 17.10.3. Esquematização de Recursos Didáticos704
- 17.10.4. Comentários Doutrinários e Jurisprudência Consolidada704
- 17.10.5. Aplicação Prática: O Levantamento de Depósitos Judiciais705
- 17.11. Dação em pagamento em bens imóveis705
- 17.11.1. Fundamentos Doutrinários e a Natureza Jurídica do Instituto706 17.11.2. O Princípio da Pecuniariedade e a Exceção do Artigo 156, XI707 17.11.3. A Eficácia Limitada e a Necessidade de Lei Específica707
- 17.11.4. Jurisprudência do STF e a Vedação de Bens Móveis (ADI 1.917/DF)707
- 17.11.5. A Regulamentação Federal: Lei nº 13.259/2016 e Portaria PGFN nº 32/2018708
- 17.11.6. O Polêmico Parágrafo 3º do Artigo 3º da Portaria PGFN 32/2018710
- 17.11.7. Procedimento Passo a Passo via REGULARIZE710
- 17.11.8. Comparativo Internacional e a Lógica de Avaliação710
- 17.11.9. Diferenças entre Dação, Transação e Compensação711
- 17.11.10. Riscos Práticos e a Responsabilidade na Transferência711
- 17.11.11. Conclusão e Perspectivas de Futuro711
- Capítulo 18: Exclusão do Crédito Tributário713
- 18.1. Natureza dogmática da exclusão713
- 18.2. Isenção719
- 18.2.1. Natureza Jurídica: O Ciclo de Vida do Crédito e a Exclusão ab initio719
- 18.2.2. Fundamentos Doutrinários: O Debate entre Dispensa de Pagamento e Não-Incidência720
- 18.2.3. Distinções Cruciais: Isenção vs. Institutos Afins721
- 18.2.4. Classificações das Isenções: O Escopo da Desoneração722
- 18.2.5. O Regime Jurídico das Isenções no CTN: Análise Técnica dos Arts. 176 a 179723
- 18.2.6. Hermenêutica Isentiva: A Interpretação Literal (Art. 111, II do CTN) e seus Temperamentos724
- 18.2.7. Revogabilidade das Isenções: Segurança Jurídica e a Súmula 544 do STF725
- 18.2.8. Isenções em Tratados Internacionais e a Vedação às Isenções Heterônomas725
- 18.2.9. A Isenção no Contexto da Reforma Tributária (EC 132/2023): O Futuro do IBS e CBS726
- 18.2.10. Aspectos Práticos e Procedimentais: Como Operacionalizar a Isenção728
- 18.3. Anistia729
- 18.3.1. Conceito e Natureza Jurídica da Anistia Tributária729
- 18.3.2. Fundamentos Constitucionais: A Reserva de Lei Específica730
- 18.3.3. O Âmbito de Aplicação Temporal: A Vedação à Anistia de Infrações Futuras731
- 18.3.4. Vedações Legais: Dolo, Fraude, Simulação e Conluio733
- 18.3.5. Modalidades de Anistia: Geral e Limitada734
- 18.3.6. Anistia e a Autonomia das Obrigações Acessórias735
- 18.3.7. Distinções Técnicas: Anistia, Isenção, Remissão e Imunidade.737 18.3.8. Prática Aplicada: A "Guerra Fiscal" das Anistias e os Programas de Recuperação (REFIS)738
- 18.3.9. A Anistia sob a Égide da Reforma Tributária (EC 132/2023)739
- 18.3.10. Síntese Jurisprudencial e Informativos (2024-2026)739
- 18.3.11. Aspectos de Praticabilidade e Moralidade Tributária740
- Capítulo 19: Garantias e Privilégios do Crédito Tributário742
- 19.1. Disposições Gerais, universalidade do patrimônio do devedor e a fraude à execução fiscal742
- 19.1.1. Disposições Gerais e a Cláusula de Abertura das Garantias (Art. 183 do CTN)742
- 19.1.2. Universalidade do Patrimônio e a Responsabilidade Patrimonial (Art. 184 do CTN)743
- 19.1.3. Fraude à Execução Fiscal (Art. 185 do CTN)745
- 19.1.4. Indisponibilidade Universal de Bens e Direitos (Art. 185-A do CTN)747
- 19.1.5. A Lei Complementar nº 225/2026 e o Novo Código de Defesa do Contribuinte749
- 19.1.6. Considerações Doutrinárias e Síntese de Aplicabilidade750
- 19.2. Preferências do crédito tributário em face de créditos trabalhistas, reais, quirografários, e outros750
- 19.2.1. O Privilégio Geral e a Responsabilidade Patrimonial Ilimitada (Arts. 184 e 186 do CTN)751
- 19.2.2. A Colisão com os Créditos Trabalhistas e o Limite de 150 Salários- Mínimos752
- 19.2.3. Preferências na Falência: A Revolução da Lei 11.101/2005 e da Lei 14.112/2020752
- 19.2.4. Isonomia Federativa: O Fim da Hierarquia entre União, Estados e Municípios (ADPF 357)754
- 19.2.5. A "Alimentarização" dos Honorários Advocatícios (Tema 1220 do STF)755
- 19.2.6. O Caso Especial das Restituições: O Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC)755
- 19.2.7. Preferências em Sucessões, Liquidações e Inventários (Arts. 189 e 190 do CTN)756
- 19.2.8. Aspectos Práticos e Processuais: Execução Fiscal vs. Habilitação na Falência756
- 19.3. O crédito tributário no processo de falência e recuperação judicial757
- 19.3.1. A classificação do crédito tributário no processo falimentar758
- 19.3.2. A Autonomia da Execução Fiscal e o Juízo Universal760
- 19.3.3. O Incidente de Classificação de Crédito Público (Art. 7-A da LREF)761
- 19.3.4. O Crédito Tributário na Recuperação Judicial761
- 19.3.5. Responsabilidade por Sucessão na Insolvência (Art. 133 do CTN)763 19.3.6. Novas Fronteiras: Devedor Contumaz e Pedido de Falência pelo Fisco (2025-2026)764
- 19.3.7. Quadro Comparativo: O Crédito Tributário na Insolvência Pós- Reforma765
- 19.3.8. Conclusão e Perspectivas de Reestruturação765
- Capítulo 20: Administração Tributária767
- 20.1. Fiscalização767
- 20.1.1. Evolução Histórica e Contexto Sistêmico767
- 20.1.2. O Poder-Dever de Fiscalizar e a Essencialidade da Administração768 20.1.3. Sujeição Passiva e o Alcance da Legislação (Art. 194 do CTN) 768 20.1.4. Inoponibilidade de Sigilos e o Poder de Exame (Art. 195 do CTN)769 20.1.5. Inviolabilidade do Domicílio e Limites aos Poderes do Fisco770
- 20.1.6. A Formalização do Procedimento Fiscal (Art. 196 do CTN)771
- 20.1.7. Dever de Informação de Terceiros772
- 20.1.8. Sigilo Fiscal e o Compartilhamento de Dados (Art. 198 do CTN)773 20.1.9. Assistência Mútua e Cooperação Federativa (Art. 199 do CTN)774 20.1.10. Uso da Força e a Vedação às Sanções Políticas (Art. 200 do CTN)774
- 20.1.11. O Código de Defesa do Contribuinte (LC 225/2026)775
- 20.1.12. Estrutura e Fluxo do Procedimento de Fiscalização776
- 20.1.13. Conclusões e Recomendações Práticas para o Advogado Tributarista777
- 20.2. A Prática Fiscalizatória: A rotina da auditoria, as malhas digitais (SPED) e o cruzamento de dados777
- 20.2.1. A Dogmática do Poder de Fiscalizar e seus Limites Constitucionais778
- 20.2.2. A Rotina da Auditoria Fiscal: O Iter Procedimental779
- 20.2.3. O Ecossistema SPED e a Fiscalização em Tempo Real780
- 20.2.4. Malhas Digitais e Cruzamento de Dados: A Inteligência de 2ª Geração782
- 20.2.5. Jurisprudência Consolidada sobre Prova Digital e Fiscalização783 20.2.6. Perspectivas da Reforma Tributária: Split Payment e Gestão Integrada784
- 20.2.7. Conclusões e Orientações para a Prática Profissional784
- 20.3. Dívida Ativa785
- 20.3.1. Conceito e Natureza Jurídica da Dívida Ativa785
- 20.3.2. O Controle de Legalidade e a Inscrição786
- 20.3.3. O Termo de Inscrição e os Requisitos de Validade788
- 20.3.4. Certidão de Dívida Ativa (CDA) e a Presunção de Liquidez e Certeza789
- 20.3.5. Substituição da CDA e a Súmula 392 do STJ789
- 20.3.6. Meios Extrajudiciais de Cobrança e a LC 208/2024790
- 20.3.7. Garantias do Crédito Inscrito e a Fraude à Execução792
- 20.3.8. Securitização da Dívida Ativa (Inovações da LC 208/2024)793
- 20.3.9. Dívida Ativa na Reforma Tributária (IBS e CBS)794
- 20.3.10. Considerações Finais e Visão Crítica795
- 20.4. Certidões Negativas, Positivas e Positivas com Efeito de Negativa795
- 20.4.1. Certidão Negativa (Art. 205 do CTN)796
- 20.4.2. Certidão Positiva com Efeitos de Negativa (Art. 206 do CTN) .797 20.4.3. Dispensa de Prova de Quitação (Art. 207 do CTN)799
- 20.4.4. Responsabilidade por Expedição de Certidão com Erro (Art. 208 do CTN)800
- 20.4.5. Meios Indiretos de Cobrança e a Vedação às Sanções Políticas801 20.4.6. Regularidade Fiscal em Situações Específicas802
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