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Tributação Setorial

Curso de Tributação — Cartórios

Por João Pavão Neto · UICLAP · Publicado em 30/07/2026

Páginas
402
Formato
16 x 22,9 x 2,2 cm
Impressão
Preto e branco · offset
Coleção
Tributação Setorial

Sobre a obra

O exercício da delegação notarial e registral convive com um dos paradoxos mais complexos do Direito brasileiro: o cartório é um ente despersonalizado, identificado por um CNPJ, mas sua responsabilidade civil, tributária e trabalhista recai ilimitadamente sobre a pessoa física do titular. É nesse terreno híbrido que a obra Curso de Tributação de Cartórios lança luz sobre os litígios que opõem tabeliães, prefeituras e a Receita Federal.

O livro disseca a incidência do ISSQN sobre as diferentes especialidades (Notas, Registro de Imóveis, Protesto), enfrentando a polêmica exclusão dos repasses legais (FERJ, fundos judiciários) da base de cálculo.

Sumário completo da obra 287 entradas
  1. Capítulo 1: A Natureza Complexa da Delegação Notarial e Registral24
  2. 1.1. Definições: A Lei dos Notários e Registradores (Lei 8.935/94) e a natureza jurídica da delegação de serviço público (Caráter Privado)24
  3. 1.2. A Diferenciação Operacional das Serventias33
  4. 1.2.1. Tabelionato de Notas: A Formalização da Vontade e a Fé Pública33
  5. 1.2.2. Registro de Imóveis: A Eficácia Real e a Unicidade Matricial36
  6. 1.2.3. Registro Civil das Pessoas Naturais (RCPN): O Desafio da Gratuidade38
  7. 1.2.4. Tabelionato de Protestos: Recuperação de Crédito e o Gatilho Fiscal40
  8. 1.2.5. Registro de Títulos e Documentos (RTD): A Eficácia Residual42
  9. 1.3. O Paradoxo do CNPJ vs. Pessoa Física: O cartório como ente despersonalizado e a responsabilização tributária e civil exclusiva na pessoa física do Titular/Delegatário44
  10. 1.3.1. A Natureza Jurídica da Serventia: O Ente Despersonalizado45
  11. 1.3.2. A Funcionalidade do CNPJ no Contexto Extrajudicial46
  12. 1.3.3. A Tributação Federal: O Labirinto do Carnê-Leão e do Livro Caixa48
  13. 1.3.4. Ilegitimidade Passiva e Sucessão Tributária: A Visão do STJ49
  14. 1.3.5. A Responsabilidade Civil: A Consolidação nos Temas 777 e 940 do STF50
  15. 1.3.6. O Tabelião como Empregador e a Gestão Administrativa51
  16. 1.3.7. Quadro Sinótico: Síntese do Paradoxo Jurídico- Tributário52
  17. 1.3.8. Conclusão do Tópico e Recomendações Práticas53
  18. 1.3.9. Impactos na Auditoria Tributária e no Futuro (IBS/CBS)55
  19. 1.4. O Interino e o Interventor: Quem responde pelos tributos durante a vacância da serventia ou afastamento do titular?55
  20. 1.4.1. Distinção Ontológica e Funcional: Titular, Interino e Interventor56
  21. 1.4.2. O Regime Jurídico da Interinidade e o Teto Remuneratório58
  22. 1.4.3. Tributação da Renda na Gestão Transitória: IRPF e Carnê-Leão60
  23. 1.4.4. O ISSQN na Interinidade: O Fim da Tese da Imunidade Recíproca61
  24. 1.4.5. Responsabilidade Trabalhista e Previdenciária62
  25. 1.4.6. Gestão de Custos e o Fenômeno da Glosa na Prestação de Contas63
  26. 1.4.7. Estudo de Caso: Auditoria e Glosa de Despesas Pessoais64
  27. 1.4.8. Sucessão Tributária e a Pessoalidade da Responsabilidade65
  28. 1.4.9. Procedimentos de Controle no Maranhão: Provimentos 19/2021 e 13/202466
  29. 1.4.10. Síntese Final e Quadro de Responsabilidades66
  30. 1.5. A Estrutura de Custos do Cartório: A contratação de escreventes e prepostos sob o regime da CLT e a gestão administrativa do ofício67
  31. 1.5.1. A Natureza Jurídica da Delegação e a Figura do Titular como Empregador68
  32. 1.5.2. O Regime de Contratação de Prepostos: A Imperatividade da CLT70
  33. 1.5.3. A Estrutura de Custos e o Custo Real do Capital Humano72
  34. 1.5.4. Gestão Administrativa e Sustentabilidade da Serventia74
  35. 1.5.5. A Problemática da Sucessão Trabalhista em Cartórios.75 1.5.6. Aspectos Fiscais: A Folha de Pagamento no Livro Caixa (IRPF)77
  36. 1.5.7. Patologias de Gestão: "Pejotização" e Riscos de Evasão78
  37. 1.5.8. O Futuro da Gestão: Reforma Tributária e Modernização79
  38. 1.5.9. Conclusão e Diretrizes de Aplicabilidade Prática80
  39. Capítulo 2: Tributação sobre Serviços Municipais (ISSQN) e a Dinâmica Operacional82
  40. 2.1. Aspecto Material (Hipótese de Incidência): Análise aprofundada do Item 21.01 (Serviços de registros públicos, cartorários e notariais) da LC 116/0382
  41. 2.1.1. Contexto Histórico e a Evolução do Item 21.0183
  42. 2.1.2. Decomposição da Regra-Matriz de Incidência Tributária (RMIT)83
  43. 2.1.3. A Constitucionalidade e o Julgamento da ADI 3089 pelo STF84
  44. 2.1.4. A Natureza Híbrida da Atividade e o Conceito de "Serviço"86
  45. 2.1.5. Análise por Especialidade: Onde o Aspecto Material se Manifesta?86
  46. 2.1.6. Interpretação Extensiva e Novas Atribuições (RE 784.439)88
  47. 2.1.7. O Sujeito Passivo e a Impossibilidade de Personalidade Jurídica89
  48. 2.1.8. O Momento da Ocorrência: Fato Gerador e Aspecto Temporal90
  49. 2.1.9. Resumo das Diretrizes Práticas para o Gestor e o Fisco90
  50. 2.2. A ADI 3089/STF: A pacificação da constitucionalidade da cobrança do ISSQN sobre as atividades cartorárias91
  51. 2.2.1. O Contexto Histórico e a Invasão de Competência Alegada92
  52. 2.2.2. A Tese Vencedora: Lucratividade e Caráter Privado da Execução93
  53. 2.2.3. A Questão da Base de Cálculo: Preço do Serviço vs. Valor Fixo95
  54. 2.2.4. A Situação dos Interinos e a "Restauração" da Imunidade (Tema 779/STF)96
  55. 2.2.5. Comentários Doutrinários e a Visão Crítica de Harada e Paulsen97
  56. 2.2.6. Aplicabilidade Prática na Auditoria e Fiscalização98
  57. 2.2.7. Síntese Jurisprudencial Consolidada99
  58. 2.2.8. Conclusão do Tópico99
  59. 2.3. Aspecto Espacial (O Local da Prestação e o Domicílio Tributário)100
  60. 2.3.1. A fixação absoluta no município da sede da serventia (Delegação Territorial)102
  61. 2.3.2. Diligências Externas: Casamentos fora da sede e testamentos in extremis realizados em municípios limítrofes105
  62. 2.4. Aspecto Temporal (O Momento da Ocorrência)109
  63. 2.4.1. O Fato Gerador: A lavratura do ato, o registro, a emissão da certidão ou a protocolização?110
  64. 2.4.2. O regime de caixa vs. regime de competência na escrituração de custas e emolumentos parcelados ou faturados para grandes empresas (bancos e construtoras)113
  65. 2.5. Aspecto Pessoal (Sujeição Ativa e Passiva)118
  66. 2.5.1. O Contribuinte de Direito: O Tabelião/Registrador (Pessoa Física) e a impossibilidade legal de inclusão no Simples Nacional120
  67. 2.5.2. A Substituição Tributária: Tomadores de serviços cartorários (Bancos, Incorporadoras) retendo ISSQN na fonte?124
  68. 2.6. Aspecto Quantitativo (A Disputada Base de Cálculo)128
  69. 2.6.1. A Receita Bruta de Emolumentos: O que compõe o preço do serviço cartorário131
  70. 2.6.2. O Conflito dos Repasses Legais (O Grande Litígio): A exclusão ou inclusão na base de cálculo do ISSQN das taxas repassadas ao Tribunal de Justiça (FERJ), Ministério Público, Defensoria e Fundos de Segurança133
  71. 2.6.3. O Ressarcimento por Atos Gratuitos (Fundo de Custeio): O repasse do Tribunal ao cartório pelos registros civis de nascimento/óbito é tributável pelo ISSQN?135
  72. Capítulo 3: O Labirinto do Carnê-Leão e as Retenções139
  73. 3.1. A Tributação da Renda (IRPF): A obrigatoriedade da escrituração do Livro Caixa pelo Titular da Serventia139
  74. 3.1.1. O Paradoxo do CNPJ e a Responsabilidade Individual do Delegatário140
  75. 3.1.2. Requisitos Formais e a Dinâmica de Escrituração do Livro Caixa141
  76. 3.1.3. Critérios de Dedutibilidade: O Binômio Necessidade- Manutenção143
  77. 3.1.4. Detalhamento de Despesas Específicas e Jurisprudência do CARF144
  78. 3.1.5. O Labirinto dos Repasses Legais (FERJ, FERC, Selos Digitais)146
  79. 3.1.6. A Tributação do Interino e do Interventor: O Teto Constitucional148
  80. 3.1.7. A Armadilha do Regime de Caixa e os Cartões de Crédito149
  81. 3.1.8. Malha Fina e Cruzamento de Dados: A DOI e o Fisco Digital150
  82. 3.1.9. Conclusão e Orientações para a Gestão de Riscos150
  83. 3.2. As Deduções Permitidas no Livro Caixa: Folha de pagamento, aluguel, energia, selos digitais, sistemas de informática e conservação do acervo151
  84. 3.2.1. Folha de Pagamento e Encargos Sociais: O Peso da Gestão de Pessoas152
  85. 3.2.2. Aluguel, Condomínio e IPTU: A Sustentabilidade da Sede155
  86. 3.2.3. Energia Elétrica, Água e Serviços de Utilidade156
  87. 3.2.4. Selos Digitais e a Taxa de Fiscalização Judiciária157
  88. 3.2.5. Sistemas de Informática: Software, Hardware e o Provimento 74/2018158
  89. 3.2.6. Conservação do Acervo e Livros Oficiais159
  90. 3.2.7. Outras Despesas de Custeio e a "Regra da Necessidade"160
  91. 3.2.8. Limites de Dedução e Compensação de Excesso161
  92. 3.2.9. A Documentação Idônea: O Alicerce da Prova162
  93. 3.3. As Glosas da Receita Federal: Despesas pessoais (veículos, viagens, cursos) lançadas fraudulentamente no CNPJ do cartório163
  94. 3.3.1. O Paradoxo do CNPJ e a Natureza Jurídica Despersonalizada164
  95. 3.3.2. A Regra de Ouro do Livro Caixa: Necessidade, Usualidade e Normalidade165
  96. 3.3.3. Veículos e o Dilema da Locomoção: Luxo, Blindagem e Logística167
  97. 3.3.4. Viagens e Congressos: O tênue limite entre o Técnico e o Lazer169
  98. 3.3.5. Educação e Aperfeiçoamento: Investimento Profissional ou Formação Pessoal?171
  99. 3.3.6. Tipologias de Fraude e a Engenharia da Evasão172
  100. 3.3.7. Consequências Gravosas: Multas Qualificadas e a Lei 14.689/2023173
  101. 3.3.8. Compliance e Boas Práticas: Blindando o Titular contra Glosas175
  102. 3.4. Retenções Trabalhistas e Previdenciárias: O Tabelião como empregador (Pessoa Física equiparada a Jurídica) e o recolhimento de INSS e FGTS dos prepostos177
  103. 3.4.1. O Tabelião como Empregador: A Ficção da Pessoa Física Equiparada à Jurídica178
  104. 3.4.2. Inscrição e Identificação Fiscal: O CAEPF e a Integração com o eSocial179
  105. 3.4.3. Contratação de Prepostos: O Regime CLT e a Lei nº 8.935/94181
  106. 3.4.4. Contribuição Previdenciária Patronal: O Labirinto do FPAS 590182
  107. 3.4.5. O Risco de Acidente de Trabalho (RAT) e o Fator Acidentário de Prevenção (FAP)184
  108. 3.4.6. Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS): Gestão e Base de Cálculo185
  109. 3.4.7. A "Pejotização" e o Risco de Reconhecimento de Vínculo: O Tema 1389 do STF186
  110. 3.4.8. Sucessão Trabalhista: A Responsabilidade entre Titulares e Interinos188
  111. 3.4.9. O Livro Caixa como Ferramenta de Planejamento: Deduções da Folha e Encargos189
  112. 3.4.10. Retenção de INSS do Empregado: O Papel de Substituto Tributário190
  113. 3.4.11. Esquematização Prática: O Ciclo das Retenções no Cartório190
  114. 3.4.12. Considerações Finais e Visão de Futuro191
  115. Capítulo 4: O Contencioso de Alto Impacto e as Disputas nos Tribunais Superiores192
  116. 4.1. O Tema 732 do STF: A responsabilidade civil e tributária do Estado vs. Responsabilidade do Titular do Cartório192
  117. 4.1.1. O Princípio da Liberdade Profissional e as Sanções Políticas (Tema 732)193
  118. 4.1.2. A Responsabilidade Civil Objetiva e Direta do Estado (Tema 777)194
  119. 4.1.3. A Teoria da Dupla Garantia e a Ilegitimidade Passiva do Titular (Tema 940)195
  120. 4.1.4. O Paradoxo do CNPJ e a Responsabilidade Tributária Exclusiva na Pessoa Física196
  121. 4.1.5. Responsabilidade Tributária por Sucessão e a Vacância (Interinos)197
  122. 4.1.6. A Responsabilidade Solidária do Notário perante o Fisco (Art. 134, VI do CTN)198
  123. 4.1.7. Contencioso da Base de Cálculo: O Grande Litígio dos Repasses Legais199
  124. 4.1.8. Comentários Doutrinários: A Atividade Cartorária como "Liberdade Vigiada"200
  125. 4.2. O Recurso Extraordinário sobre Repasses a Fundos (O Conflito da Base de Cálculo): A visão do STJ (impossibilidade de dedução) vs. O debate constitucional sobre a natureza jurídica das taxas do Judiciário (bitributação)202
  126. 4.2.1. A Gênese do Conflito: A Estrutura dos Emolumentos e a Relação de Terceirização de Arrecadação202
  127. 4.2.2. A Visão Consolidada do STJ: O Dogma da Receita Bruta e a Estrutura Empresarial204
  128. 4.2.3. O Debate Constitucional no STF: A Natureza Jurídica de Taxa e o Tema 1.299 (Ainda Pendente)205
  129. 4.2.4. A Tese da Bitributação: O Argumento da Invasão de Competência e o "Imposto sobre Taxa"207
  130. 4.2.5. O Caso Prático do Maranhão: FERJ, FERC e a Atuação do Auditor Fiscal208
  131. 4.2.6. O ISS sobre o Ressarcimento de Atos Gratuitos: Renda ou Indenização?210
  132. 4.2.7. O Futuro do Contencioso: Reforma Tributária (IBS/CBS) e o Split Payment211
  133. 4.2.8. Síntese Didática e Recomendações Práticas211
  134. 4.3. A Incidência de ISS sobre o Protesto de Títulos: O momento da tributação em casos de desistência, sustação judicial ou pagamento elidido213
  135. 4.3.1. A Natureza Jurídica da Delegação e a Premissa da Tributabilidade (ADI 3089/STF)214
  136. 4.3.2. O Rito Procedimental do Protesto e o Fluxo de Caixa do Tabelião215
  137. 4.3.3. A Sistemática do Protesto "Postecipado" e o Fato Gerador Diferido216
  138. 4.3.4. Casuística I: A Desistência do Protesto (Retirada do Título)217
  139. 4.3.5. Casuística II: A Sustação Judicial e o Limbo Tributário219 4.3.6. Casuística III: O Pagamento Elidido (Quitação no Tabelionato)221
  140. 4.3.7. O Conflito da Base de Cálculo: Repasses a Fundos Públicos222
  141. 4.3.8. Gestão de Riscos e Práticas de Auditoria Fiscal223
  142. 4.3.9. Jurisprudência Consolidada e Tendências nos Tribunais Superiores224
  143. 4.3.10. Considerações Finais: O Futuro da Tributação no Protesto225
  144. 4.4. Decadência e Prescrição em Cartórios: A ausência de declaração municipal (D-SUP/DES) e o lançamento de ofício com base na tabela de emolumentos do TJ225
  145. 4.4.1. Fundamentos da Decadência e Prescrição no Direito Notarial226
  146. 4.4.2. A Súmula 555 do STJ e a Relevância da Declaração228
  147. 4.4.3. Ausência de Declaração Municipal: O Papel da D-SUP e da DES229
  148. 4.4.4. Lançamento de Ofício e o Arbitramento Indutivo231
  149. 4.4.5. A Prescrição e a Constituição Definitiva do Crédito232
  150. 4.4.6. Jurisprudência Consolidada e Controvérsias Atuais233
  151. 4.4.7. Prática de Auditoria: Como Neutralizar a Evasão Oculta234
  152. 4.4.8. Conclusão e Recomendações Práticas235
  153. Capítulo 5: Tipologias de Evasão e Fraudes Notariais/Registrais237
  154. 5.1. A Fraude da Cobrança "Por Fora": Diligências e "taxas de urgência" cobradas diretamente no balcão e não escrituradas no livro de emolumentos237
  155. 5.1.1. A Natureza Tributária dos Emolumentos e o Princípio da Reserva Legal238
  156. 5.1.2. A "Taxa de Urgência": A Inexistência de Amparo Legal e o Dever de Eficiência239
  157. 5.1.3. Diligências Ocultas: O Mecanismo de Omissão de Receita e Evasão Fiscal240
  158. 5.1.4. Repercussões no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e o Livro Caixa242
  159. 5.1.5. Auditoria Digital e Estratégias de Inteligência Fiscal contra o "Faturamento de Balcão"243
  160. 5.1.6. Consequências Disciplinares: O Risco da Perda da Delegação245
  161. 5.1.7. Estudo de Caso: A "Pejotização" e o Pagamento Oculto de Prepostos246
  162. 5.1.8. A Reforma Tributária (EC 132/2023) e o Fim da Evasão de Balcão via Split Payment247
  163. 5.1.9. Quadro Síntese: Tipologia da Fraude e Penalidades Correlatas248
  164. 5.1.10. Conclusão: O Caminho para a Conformidade248
  165. 5.2. Omissão de Atos Menores: A ausência de emissão de selo digital ou nota fiscal para autenticações e reconhecimento de firmas em lote (despachantes e concessionárias)249
  166. 5.2.1. Natureza Jurídica e Operacional dos Atos de Balcão .250 5.2.2. O Selo Digital como Instrumento de Fé Pública e Controle Fiscal252
  167. 5.2.3. Engenharia da Evasão: O Fluxo com Despachantes e Concessionárias253
  168. 5.2.4. Aspectos Tributários e a Base de Cálculo: O Embate Doutrinário254
  169. 5.2.5. Auditoria e Malhas Fiscais: Cruzamentos e Sinais de Alerta (Red Flags)256
  170. 5.2.6. O Arbitramento Indutivo e o Artigo 148 do CTN257
  171. 5.2.7. Implicações Administrativas, Civis e Penais258
  172. 5.2.8. Estudo de Caso Detalhado e Aplicabilidade Prática259
  173. 5.2.9. Perspectivas na Reforma Tributária e Modernização do Controle260
  174. 5.3. A Maquiagem Contábil nos Livros Diários: Divergência dolosa entre o valor declarado ao Tribunal de Justiça (para pagamento das taxas judiciárias) e a base de cálculo declarada ao Fisco Municipal262
  175. 5.3.1. Fundamentação Teórica: A Natureza Híbrida da Atividade e a Dualidade de Controle263
  176. 5.3.2. A Dinâmica da Divergência Dolosa: O "Grande Litígio" das Taxas Judiciárias264
  177. 5.3.3. Tipologias e Estratégias de Ocultação nos Sistemas de Informática266
  178. 5.3.4. Inteligência Fiscal: Ferramentas de Detecção da Divergência267
  179. 5.3.5. A Lei de Omissão de Receita e a Caracterização da Fraude268
  180. 5.3.6. Consequências Administrativas: Da Suspensão à Perda da Delegação269
  181. 5.3.7. Repercussões Criminais: A Sonegação Fiscal e a Ordem Tributária270
  182. 5.3.8. A Reforma Tributária e o Fim da Evasão de Balcão (Split Payment)271
  183. 5.3.9. Conclusão e Diretrizes de Compliance para Serventias271
  184. 5.4. "Pejotização" no Cartório: A contratação de escreventes e digitadores por meio de MEI para reduzir a folha de pagamento do titular273
  185. 5.4.1. Fundamentos Legais da Contratação: A Imposição do Regime Celetista273
  186. 5.4.2. Elementos Caracterizadores do Vínculo Empregatício em Cartórios274
  187. 5.4.3. Motivação Econômica e a "Engenharia" da Evasão Previdenciária276
  188. 5.4.4. O Tema 1389 do STF e a Suspensão Nacional de Processos277
  189. 5.4.5. Análise de Jurisprudência Consolidada: O Caso do TRT- 15278
  190. 5.4.6. Técnicas de Auditoria e Cruzamento de Dados Digitais279
  191. 5.4.7. Estudo de Caso 2: A Operação "Papel Transparente" 280 5.4.8. Reflexos na Reforma Tributária e o Futuro da Fiscalização281
  192. 5.4.9. Conclusões e Medidas de Compliance para o Titular 281 5.5. Faturamento B2B Oculto: Contratos de "pacotes de serviços" com grandes imobiliárias, construtoras e bancos sem a devida emissão do documento fiscal eletrônico e recolhimento do ISSQN283
  193. 5.5.1. Fundamentos Jurídicos e a Inviabilidade de Descontos Comerciais283
  194. 5.5.2. A Dinâmica do "Faturamento Oculto" e a Engenharia da Evasão285
  195. 5.5.3. O Paradoxo do CNPJ vs. Pessoa Física e a Responsabilidade do Delegatário286
  196. 5.5.4. A Auditoria Digital: O Cruzamento do Selo Eletrônico com a Receita Declarada286
  197. 5.5.5. Jurisprudência Consolidada: O Fim da Tese da Tributação Fixa288
  198. 5.5.6. A Substituição Tributária como Barreira ao Faturamento Oculto289
  199. 5.5.7. Estudo de Caso: O Banco e o Diferimento do ISSQN via Conta Corrente289
  200. 5.5.8. Inteligência Fiscal: O Cruzamento com a DOI e o ITBI 290 5.5.9. O Impacto da Reforma Tributária (EC 132/23) no B2B Cartorial291
  201. 5.5.10. Conclusão e Recomendações Práticas para a Auditoria291
  202. Capítulo 6: Auditoria Digital e Fiscalização Especializada In Loco293
  203. 6.1. A Malha Fina Digital (O Cruzamento Definitivo): O batimento de dados entre a Declaração de Operações Imobiliárias (DOI) enviada à RFB, o Livro Caixa e a receita de ISSQN declarada293
  204. 6.1.1. Fundamentos e Mecanismos da Malha Fina Digital em Cartórios293
  205. 6.1.2. A Declaração de Operações Imobiliárias (DOI) como Vetor de Controle da Base de Cálculo294
  206. 6.1.3. O Livro Caixa (IRPF) e a Rastreabilidade da Renda do Delegatário296
  207. 6.1.4. A Receita de ISSQN e a Dinâmica das Declarações Municipais (DMSSe)297
  208. 6.1.5. O "Batimento" Triangulado: DOI vs. Livro Caixa vs. ISSQN298
  209. 6.1.6. Arbitramento Indutivo: A Metodologia do Art. 148 do CTN aplicada a Cartórios299
  210. 6.1.7. Jurisprudência e Autoridade Doutrinária sobre a Fiscalização Especializada300
  211. 6.1.8. Conclusão e Perspectivas: Do Cruzamento à Automatização (IVA Dual)300
  212. 6.2. O Selo Digital de Fiscalização (Tribunais de Justiça): Roteiro para extração de relatórios do TJMA (Corregedoria-Geral de Justiça) com o quantitativo exato de atos praticados e emolumentos gerados301
  213. 6.2.1. O Fundamento Normativo e a Estrutura do Selo Digital no Maranhão302
  214. 6.2.2. O Sistema SAUIN e a Gestão de Créditos: O Termômetro da Atividade Cartorária304
  215. 6.2.3. Roteiro Prático para Extração de Relatórios no Portal do TJMA/DAFIC305
  216. 6.2.4. A Malha Fina Digital: Batimento entre TJMA, DMSSe e NFS-e307
  217. 6.2.5. Jurisprudência e Fundamentos de Autoridade para o Auditor309
  218. 6.3. Auditoria Inversa via ITBI: O cruzamento dos recolhimentos de ITBI municipais (transmissão de imóveis) contra a lavratura de escrituras de compra e venda e registros imobiliários correspondentes no cartório312
  219. 6.3.1. Fundamentação Jurídica e a Regra Matriz de Incidência313
  220. 6.3.2. A Dinâmica do Cruzamento Digital: O Papel do ITBI-e e da DOI314
  221. 6.3.3. Base de Cálculo e o Impacto do Tema 1113 do STJ315
  222. 6.3.4. Estudo de Caso: O Subfaturamento em Incorporações Imobiliárias316
  223. 6.3.5. O Fato Gerador e a Responsabilidade dos Delegatários (Tema 1124 STF)317
  224. 6.3.6. Metodologia de Fiscalização: O Batimento com o Selo Digital318
  225. 6.3.7. Tipologias de Evasão Detectadas via ITBI319
  226. 6.3.8. Defesa e Contraditório no Arbitramento (Art. 148 CTN)320
  227. 6.3.9. Conclusão e Perspectivas com a Reforma Tributária (EC 132/23)320
  228. 6.4. A atuação do Auditor Fiscal de Tributos do Município de São Luís/MA: Estratégias de fiscalização em Tabelionatos de Protestos e Registros de Imóveis (serventias de alto faturamento), neutralizando a ocultação da base de cálculo322
  229. 6.4.1. O Ecossistema de Controle Eletrônico e a Declaração Mensal (DMSSe)323
  230. 6.4.2. A Vigilância via Selo Digital de Fiscalização (SAIUN e Portal do Selo)324
  231. 6.4.3. Auditoria Inversa via ITBI-e e DOI: A Neutralização no Registro de Imóveis326
  232. 6.4.4. Estratégias no Tabelionato de Protestos: O Faturamento Diferido e as Taxas Ocultas328
  233. 6.4.5. Auditoria das Deduções e a Glosa de Repasses Indevidos329
  234. 6.4.6. Lançamento de Ofício e Arbitramento Indutivo (Art. 148 do CTN)330
  235. 6.4.7. Fiscalização In Loco e Auditoria de Sistemas Internos331 6.4.8. A Reforma Tributária e o Futuro da Fiscalização (IBS/CBS)332
  236. 6.4.9. Conclusão e Melhores Práticas de Fiscalização333
  237. 6.5. O Arbitramento Indutivo: Metodologia de cálculo de ISSQN presumido com base no volume de selos digitais adquiridos/consumidos e a Tabela de Emolumentos estadual vigente334
  238. 6.5.1. Fundamentação Jurídica e a Excepcionalidade do Artigo 148 do CTN335
  239. 6.5.2. O Selo Digital como Unidade de Medida e Indicador de Produção337
  240. 6.5.3. A Tabela de Emolumentos Estadual como Régua de Conversão Econômica340
  241. 6.5.4. Passo a Passo da Metodologia de Cálculo do ISSQN Presumido342
  242. 6.5.5. Tipologias de Fraude e Evasão Detectadas pelo Arbitramento Indutivo345
  243. 6.5.6. Jurisprudência Comentada: O Equilíbrio entre o Fisco e o Delegatário346
  244. 6.5.7. Estudo de Caso Especializado: Fiscalização em Tabelionato de Protestos em São Luís/MA348
  245. 6.5.8. Perspectivas Futuras: O Selo Digital no Cenário da Reforma Tributária (EC 132/2023)349
  246. 6.5.9. Conclusão e Recomendações para a Conformidade Fiscal350
  247. Capítulo 7: Os Cartórios no IBS/CBS (EC 132/2023)352
  248. 7.1. A Transição para o IVA Dual: O impacto do aumento da carga tributária nominal sobre os emolumentos cartorários (serviços prestados a pessoas físicas - B2C)353
  249. 7.1.1. Fundamentos da Tributação Atual e a Ruptura de Paradigma353
  250. 7.1.2. O Cronograma da Transição: Um Horizonte de Oito Anos355
  251. 7.1.3. O Impacto nas Operações B2C: O Custo para o Cidadão356
  252. 7.1.4. A Problemática dos Atos Gratuitos e o Fundo de Custeio357
  253. 7.1.5. Mecanismo de Arrecadação: O Split Payment no Balcão do Cartório358
  254. 7.1.6. A Integração com o CIB e o Sinter: Fiscalização de Alta Precisão360
  255. 7.1.7. Jurisprudência e Doutrina no Novo Cenário361
  256. 7.1.8. Considerações Práticas para o Tabelião e o Registrador361
  257. 7.2. Cartórios e o Princípio da Não Cumulatividade: As restrições do Tabelião (Pessoa Física) no creditamento de insumos, materiais de escritório, sistemas de TI e energia elétrica sob a ótica da nova Lei Complementar363
  258. 7.2.1. O Paradoxo do Tabelião: Pessoa Física com Regime de Contribuinte Profissional364
  259. 7.2.2. O Princípio da Não Cumulatividade Plena e a Neutralidade Fiscal365
  260. 7.2.3. Restrições ao Creditamento sob a ótica do Artigo 57 da LC 214/2025366
  261. 7.2.4. Insumos de Tecnologia da Informação (TI) e Sistemas de Informática368
  262. 7.2.5. Energia Elétrica: O Conflito da Proporcionalidade e a Sede de Uso Misto369
  263. 7.2.6. Materiais de Escritório e Insumos Administrativos: A Eficiência no Custeio370
  264. 7.2.7. O Papel do Split Payment na Liquidez dos Créditos371
  265. 7.2.8. Jurisprudência Consolidada e a Proteção da Pessoa Física Notarial372
  266. 7.2.9. Estratégias Práticas para o Creditamento e Conformidade373
  267. 7.3. Split Payment nos Emolumentos: A retenção e o recolhimento automático de IBS/CBS na emissão da guia de custas cartorárias (PIX/Cartão), reduzindo a evasão de balcão a zero374
  268. 7.3.1. Fundamentos Jurídicos e Conceituais do Split Payment no Setor Notarial375
  269. 7.3.2. A Estrutura Tecnológica: Integração entre Selo Digital e ROC377
  270. 7.3.3. Modalidades Operacionais: Split Inteligente vs. Simplificado378
  271. 7.3.4. O Fim da Evasão de Balcão e o Controle de Atos Menores379
  272. 7.3.5. A Problemática da Base de Cálculo: Repasses Legais e Fundos Judiciários380
  273. 7.3.6. Impacto na Não Cumulatividade e no Crédito do Cartório381
  274. 7.3.7. O Papel dos PSPs e a Responsabilidade Tributária382
  275. 7.3.8. Mitigação de Riscos e Planejamento Financeiro para o Delegatário383
  276. 7.3.9. Jurisprudência Consolidada e o Novo Contencioso383
  277. 7.3.10. Síntese Didática e Considerações Finais384
  278. 7.4. O Cartório como Gerador de Crédito (B2B): O novo peso das faturas cartorárias na contabilidade das construtoras e bancos como instrumento de crédito financeiro do IVA385
  279. 7.4.1. A Transição do Modelo de Custo para o Modelo de Crédito: A Mudança de Paradigma386
  280. 7.4.2. Fundamentos Jurídicos do Crédito Financeiro na Lei Complementar nº 214/2025388
  281. 7.4.3. O Sistema de Split Payment: A Garantia da Realidade do Crédito390
  282. 7.4.4. O Novo Peso das Faturas Cartorárias na Contabilidade das Construtoras391
  283. 7.4.5. O Papel dos Cartórios no Creditamento das Instituições Financeiras393
  284. 7.4.6. Complexidades Técnicas: A Base de Cálculo e o Debate sobre os Repasses395
  285. 7.4.7. Auditoria Digital e o Fim da Evasão no Relacionamento B2B397
  286. 7.4.8. Cronograma de Transição e Gestão de Fluxo de Caixa (2026-2033)398
  287. 7.4.9. Conclusão e Recomendações Práticas para a Gestão de Créditos B2B399

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